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	<title>Comentários sobre mdc . revista de arquitetura e urbanismo</title>
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		<title>Comentário sobre Postos Comunitários de Segurança &#8211; Distrito Federal por Osvaldo Rogério de Oliveira</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/28/postos-comunitarios-de-seguranca-distrito-federal/#comment-1902</link>
		<dc:creator><![CDATA[Osvaldo Rogério de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 18:47:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1691#comment-1902</guid>
		<description><![CDATA[Boa tarde a todos.
Sou policial militar,
 li todas as indignações dos policiais e as justificativas do arquiteto Sérgio Parada. Imagino que ao projetar o referido posto policial comunitário (pcs) ele estava em um momento  inspirado, pois analisando sua obra percebi que realmente ficou muito bonita, e se encaixou muito bem  no contexto urbanístico da cidade. (Brasília). Creio caros colegas policiais militares, que o referido arquiteto não tem culpa alguma na colocação ou fabricação do referido posto. Pois como bem disse Danilo Matoso Macedo, editor da revista mdc, o arquiteto não possui uma construtora ele apenas desenhou o projeto.
 Não tenho nem um conhecimento em arquitetura, mas gostaria de saber como é a apresentação desses projetos quando expostos ao processo licitatório? É simplesmente um desenho, ou a exposição acompanha todo um processo, onde consta o nome do arquiteto, o  projeto, formas de construção, materiais a ser usados, modos de instalação, etc?
Creio que ao projetar o posto policial comunitário “mobiliário”, o referido arquiteto, estava pensando simplesmente na satisfação da comunidade, e na sua satisfação como arquiteto, sem se preocupar, com os riscos que correm quem realmente vai usar e permanecer dentro deles por 24 horas. Mesmo sendo um ambiente de qualidade e confortável, assim afirma o arquiteto, dentre os riscos podemos destacar os Físicos e os Ergonômicos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde a todos.<br />
Sou policial militar,<br />
 li todas as indignações dos policiais e as justificativas do arquiteto Sérgio Parada. Imagino que ao projetar o referido posto policial comunitário (pcs) ele estava em um momento  inspirado, pois analisando sua obra percebi que realmente ficou muito bonita, e se encaixou muito bem  no contexto urbanístico da cidade. (Brasília). Creio caros colegas policiais militares, que o referido arquiteto não tem culpa alguma na colocação ou fabricação do referido posto. Pois como bem disse Danilo Matoso Macedo, editor da revista mdc, o arquiteto não possui uma construtora ele apenas desenhou o projeto.<br />
 Não tenho nem um conhecimento em arquitetura, mas gostaria de saber como é a apresentação desses projetos quando expostos ao processo licitatório? É simplesmente um desenho, ou a exposição acompanha todo um processo, onde consta o nome do arquiteto, o  projeto, formas de construção, materiais a ser usados, modos de instalação, etc?<br />
Creio que ao projetar o posto policial comunitário “mobiliário”, o referido arquiteto, estava pensando simplesmente na satisfação da comunidade, e na sua satisfação como arquiteto, sem se preocupar, com os riscos que correm quem realmente vai usar e permanecer dentro deles por 24 horas. Mesmo sendo um ambiente de qualidade e confortável, assim afirma o arquiteto, dentre os riscos podemos destacar os Físicos e os Ergonômicos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Postos Comunitários de Segurança &#8211; Distrito Federal por Márcio</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/28/postos-comunitarios-de-seguranca-distrito-federal/#comment-1901</link>
		<dc:creator><![CDATA[Márcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 00:40:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1691#comment-1901</guid>
		<description><![CDATA[Caro Danilo Matoso e Sérgio Parada,

Sou Policial do DF e concordo parcialmente com o que foi aqui exposto por todos, compartilho da indignação dos policiais militares que são obrigados a trabalhar dentro deste projeto de arquitetura tão carinhosamente apelidado de Kinder Ovo, acredito que a culpa de todo esse desastre causado com a aplicação dessa politica de segurança pública realmente é do Governo e de seus secretários e não do projetista, porém, não me lembro de ver nenhum arquiteto ou projetista ou secretario de governo arriscando a vida dentro de um posto desses. Ora senhores! enquanto todos fizerem seus trabalhos pensando somente no dinheiro ou no status conseguido com seus trabalhos, nada mudará nesse país.

Deixo a pergunta, caro arquiteto:

Que comunidade gosta desse projeto?
Com o questionamentos que fez à época do projeto, não pensou em recusar o serviço?
A que democracia se refere? Dentro da Polícia Militar, existe militarismo...

Deixo estes comentários, não com indignação, mas com respeito a todos os profissionais envolvidos e enganados pela politica que foi feita. Observemos e questionemos enquanto é tempo. Não somos obrigados a aceitar o que os eleitos ou seus representantes fazem.


Márcio Fernando Nascimento
Cidadão - Policial Militar]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Danilo Matoso e Sérgio Parada,</p>
<p>Sou Policial do DF e concordo parcialmente com o que foi aqui exposto por todos, compartilho da indignação dos policiais militares que são obrigados a trabalhar dentro deste projeto de arquitetura tão carinhosamente apelidado de Kinder Ovo, acredito que a culpa de todo esse desastre causado com a aplicação dessa politica de segurança pública realmente é do Governo e de seus secretários e não do projetista, porém, não me lembro de ver nenhum arquiteto ou projetista ou secretario de governo arriscando a vida dentro de um posto desses. Ora senhores! enquanto todos fizerem seus trabalhos pensando somente no dinheiro ou no status conseguido com seus trabalhos, nada mudará nesse país.</p>
<p>Deixo a pergunta, caro arquiteto:</p>
<p>Que comunidade gosta desse projeto?<br />
Com o questionamentos que fez à época do projeto, não pensou em recusar o serviço?<br />
A que democracia se refere? Dentro da Polícia Militar, existe militarismo&#8230;</p>
<p>Deixo estes comentários, não com indignação, mas com respeito a todos os profissionais envolvidos e enganados pela politica que foi feita. Observemos e questionemos enquanto é tempo. Não somos obrigados a aceitar o que os eleitos ou seus representantes fazem.</p>
<p>Márcio Fernando Nascimento<br />
Cidadão &#8211; Policial Militar</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Contra a demolição do Mercado Distrital do Cruzeiro &#8211; BH por IAB-MG apresenta os finalistas da premiação Viva o Mercado! &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2011/05/09/contra-a-demolicao-do-mercado-distrital-do-cruzeiro-bh/#comment-1812</link>
		<dc:creator><![CDATA[IAB-MG apresenta os finalistas da premiação Viva o Mercado! &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 17:36:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=6391#comment-1812</guid>
		<description><![CDATA[[...] Perante ao impasse gerado entre comunidade e prefeitura por conta da reação negativa por parte da sociedade civil projeto de revitalização proposto pela Prefeitura de Belo Horizonte, o Departamento de Minas Gerais do Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB MG abriu a Premiação de Arquitetura VIVA O MERCADO!. Ver: Contra a Demolição do Mercado Distrital do Cruzeiro [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Perante ao impasse gerado entre comunidade e prefeitura por conta da reação negativa por parte da sociedade civil projeto de revitalização proposto pela Prefeitura de Belo Horizonte, o Departamento de Minas Gerais do Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB MG abriu a Premiação de Arquitetura VIVA O MERCADO!. Ver: Contra a Demolição do Mercado Distrital do Cruzeiro [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Memorial do Holocausto &#8211; Cemitério Israelita &#8211; Salvador &#8211; BA por DULCE HELENA GALLO BAROUH</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/06/27/memorial-do-holocausto-cemiterio-israelita-salvador-ba/#comment-1470</link>
		<dc:creator><![CDATA[DULCE HELENA GALLO BAROUH]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 04:13:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=2954#comment-1470</guid>
		<description><![CDATA[e muito bela a arquitetura. parabéns pra vcs.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e muito bela a arquitetura. parabéns pra vcs.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Memorial do Holocausto &#8211; Cemitério Israelita &#8211; Salvador &#8211; BA por DULCE HELENA GALLO BAROUH</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/06/27/memorial-do-holocausto-cemiterio-israelita-salvador-ba/#comment-1469</link>
		<dc:creator><![CDATA[DULCE HELENA GALLO BAROUH]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 04:05:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=2954#comment-1469</guid>
		<description><![CDATA[meus bisavós Merian surujon Barouh, Davi Barouh e meu avô Nissim Menahem Barouh são enterrados neste cemitério. Um dor grande que tenho com a Sociedade Israelita e que não enterraram meu pai por que meu avô estava com as prestações atrasadas. Ele tinha tanta vontade de se enterrar ai, morreu aos 36 anos deixando 10 filhos orfãos e os irmãos por parte de pai tiraram tudo da viuva que no caso e a minha mãe tambem descendente de judeu. O que importa e que o verdadeiro Deus Jeová e seu filho jesus Cristo trará meu pai de volta no novo mundo. Minha mãe e irmãos sofreram tanto na vida que a maioria e depressivo, mais todos são direitos trabalhadores. Meu avô foi tão malvado que vendeu a casa que meu pai comprou pra os 10 filhos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>meus bisavós Merian surujon Barouh, Davi Barouh e meu avô Nissim Menahem Barouh são enterrados neste cemitério. Um dor grande que tenho com a Sociedade Israelita e que não enterraram meu pai por que meu avô estava com as prestações atrasadas. Ele tinha tanta vontade de se enterrar ai, morreu aos 36 anos deixando 10 filhos orfãos e os irmãos por parte de pai tiraram tudo da viuva que no caso e a minha mãe tambem descendente de judeu. O que importa e que o verdadeiro Deus Jeová e seu filho jesus Cristo trará meu pai de volta no novo mundo. Minha mãe e irmãos sofreram tanto na vida que a maioria e depressivo, mais todos são direitos trabalhadores. Meu avô foi tão malvado que vendeu a casa que meu pai comprou pra os 10 filhos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Contra a demolição do Mercado Distrital do Cruzeiro &#8211; BH por IAB-MG</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2011/05/09/contra-a-demolicao-do-mercado-distrital-do-cruzeiro-bh/#comment-1468</link>
		<dc:creator><![CDATA[IAB-MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 03:20:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=6391#comment-1468</guid>
		<description><![CDATA[À redação do MDC,

O Departamento de Minas Gerais do Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB MG realizará a PREMIAÇÃO DE ARQUITETURA VIVA O MERCADO!, com o objetivo de oferecer, através da prática profissional dos Arquitetos, propostas de revitalização arquitetônicas do bem cultural que, em nível de meta-projeto, introduza propostas participativas de projeto para o atual Mercado Distrital do Cruzeiro. 

Alegando estagnação do espaço ocupado pelo Mercado e manifestando interesse em fazer uma parceria público privada para resolver este problema, a Prefeitura de Belo Horizonte apresentou aos moradores de Belo Horizonte, um projeto de intervenção no espaço do atual Mercado Distrital do Cruzeiro que provocou imediata reação por parte da sociedade civil constituída, especialmente os moradores do bairro e ,os usuários do tradicional espaço de compras da cidade. 
 
A  AMOREIRO – Associação Comunitária dos Cidadãos do Cruzeiro e a ACOMEC - Associação dos Comerciantes do Mercado do Cruzeiro, procuraram o IAB-MG - Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de Minas Gerais e solicitaram uma parceria técnica da entidade para produção de um parecer crítico acerca de uma proposta de demolição do atual mercado e edificação de um novo projeto Arquitetônico para o espaço mencionado. Indo de encontro aos preceitos participativos da Constituição Federal de 1988, a Prefeitura de Belo Horizonte, em um primeiro momento, se mostrou irredutível às reações negativas ao projeto e frente aos constantes apelos da sociedade civil organizada, ante a solicitação de mudança do projeto proposto. Até ser retirado de pauta, o projeto constitui-se uma ameaça para a população local e seus impactos medidos são maiores do que os benefícios propalados pelo resultado da PMI-05/2010. Diante deste impasse,uma série de ações contrárias e de mobilização da sociedade civil foram organizadas e em toas elas, o que se evidenciou nas reivindicações ,foi o legítimo anseio de uma construção de uma proposta alternativa para o problema. A solução encontrada para balizar o impasse é aqui apresentada.
 
Cumprindo as diretrizes da sua constituição estatutária o IAB-MG, defendendo e valorizando o projeto como ferramenta de tomada de decisão, institui a premiação Viva o Mercado constitui-se em uma proposição alternativa de intervenção, demonstrando múltiplas soluções para um mesmo programa de necessidades, garantindo a legitimidade do questionamento comunitário ao projeto proposto.O IAB-MG se mantém solidário à causa dos moradores e convoca os Arquitetos interessados no tema a participarem do Movimento Viva o Mercado! Objetiva-se com isso, o ofertamento de soluções alternativas para a revitalização do Mercado Distrital do Cruzeiro, com respeito e atendimento ao programa de necessidades da Associação de Moradores do bairro e de Varejistas do Mercado, de acordo com o exposto neste edital. 

A AMOREIRO, ACOMEC em parceria com o IAB-MG querem mostrar que ouvindo a comunidade, analisando-se os custos benefícios advindos dos desejos da sociedade civil organizada, é possível revitalizar sem demolir, propor e regular o uso e ocupação do solo urbano,mantendo o dialogo participativo. 

De outra forma, o IAB-MG dá o seguinte recado: a forma mais participativa e democrática de realizar intervenções em espaços públicos, garantindo-se a eficácia e excelência destas intervenções faz-se através de Concursos Públicos de Projetos. Por outro lado, não existe projeto bem sucedido sem consulta direto ao Usuário. Ele usufrui do espaço,portanto ele é agente importante a ser ouvido na construção de uma política pública de apropriação de um espaço público desta natureza. 

O Mercado é a Ágora, é o lugar do encontro e das manifestações do bairro. Para intervir em bens culturais e equipamentos desta natureza é necessário mais do que um processo licitatório comum, mais do que o atendimento correto dos instrumentos legais constituídos.

Por fim, sentindo a premente ameaça à descaracterização do Mercado Distrital do Cruzeiro, o IAB-MG resolveu solicitar preventivamente ao Conselho Municipal de Patrimônio, o seu tombamento. Esta, por sua vez, é a única forma encontrada,dentro das premissas aqui colocadas, de proteção e salvaguarda de um bem ameaçado pelo poder público, através do atual Projeto do Mercado.

Ao organizar a premiação Viva o Mercado! os resultados deste esforço projetual serão mostrados em um seminário a ser realizado no mercado Distrital do Cruzeiro, em evento intitulado Viva o Mercado: propostas para intervenção sustentáveis em espaços públicos como o Mercado Distrital do Cruzeiro. 

Arquitetos mineiros, participem! Vamos nos organizar em prol de propostas participativas para o desenvolvimento sustentável de nossa Cidade.

CRONOGRAMA
 
 Lançamento do Edital 03 de junho de 2011. 

Inscrições 06/06 /2011 a 06/07/211 (haverá plantão no IAB para recepção de trabalhos) 

 Julgamento 07/07/2011 a 10/07/2011

Cerimônia de Premiação e Abertura da Exposição 16/07/2011 Mercado do Cruzeiro durante o Fórum Participativo Viva o mercado

12.6. 18/07/2011 – Entrega do relatório Final da Ação ao Prefeito de Belo Horizonte com a presença da imprensa e da Câmara de Vereadores de BH.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>À redação do MDC,</p>
<p>O Departamento de Minas Gerais do Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB MG realizará a PREMIAÇÃO DE ARQUITETURA VIVA O MERCADO!, com o objetivo de oferecer, através da prática profissional dos Arquitetos, propostas de revitalização arquitetônicas do bem cultural que, em nível de meta-projeto, introduza propostas participativas de projeto para o atual Mercado Distrital do Cruzeiro. </p>
<p>Alegando estagnação do espaço ocupado pelo Mercado e manifestando interesse em fazer uma parceria público privada para resolver este problema, a Prefeitura de Belo Horizonte apresentou aos moradores de Belo Horizonte, um projeto de intervenção no espaço do atual Mercado Distrital do Cruzeiro que provocou imediata reação por parte da sociedade civil constituída, especialmente os moradores do bairro e ,os usuários do tradicional espaço de compras da cidade. </p>
<p>A  AMOREIRO – Associação Comunitária dos Cidadãos do Cruzeiro e a ACOMEC &#8211; Associação dos Comerciantes do Mercado do Cruzeiro, procuraram o IAB-MG &#8211; Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de Minas Gerais e solicitaram uma parceria técnica da entidade para produção de um parecer crítico acerca de uma proposta de demolição do atual mercado e edificação de um novo projeto Arquitetônico para o espaço mencionado. Indo de encontro aos preceitos participativos da Constituição Federal de 1988, a Prefeitura de Belo Horizonte, em um primeiro momento, se mostrou irredutível às reações negativas ao projeto e frente aos constantes apelos da sociedade civil organizada, ante a solicitação de mudança do projeto proposto. Até ser retirado de pauta, o projeto constitui-se uma ameaça para a população local e seus impactos medidos são maiores do que os benefícios propalados pelo resultado da PMI-05/2010. Diante deste impasse,uma série de ações contrárias e de mobilização da sociedade civil foram organizadas e em toas elas, o que se evidenciou nas reivindicações ,foi o legítimo anseio de uma construção de uma proposta alternativa para o problema. A solução encontrada para balizar o impasse é aqui apresentada.</p>
<p>Cumprindo as diretrizes da sua constituição estatutária o IAB-MG, defendendo e valorizando o projeto como ferramenta de tomada de decisão, institui a premiação Viva o Mercado constitui-se em uma proposição alternativa de intervenção, demonstrando múltiplas soluções para um mesmo programa de necessidades, garantindo a legitimidade do questionamento comunitário ao projeto proposto.O IAB-MG se mantém solidário à causa dos moradores e convoca os Arquitetos interessados no tema a participarem do Movimento Viva o Mercado! Objetiva-se com isso, o ofertamento de soluções alternativas para a revitalização do Mercado Distrital do Cruzeiro, com respeito e atendimento ao programa de necessidades da Associação de Moradores do bairro e de Varejistas do Mercado, de acordo com o exposto neste edital. </p>
<p>A AMOREIRO, ACOMEC em parceria com o IAB-MG querem mostrar que ouvindo a comunidade, analisando-se os custos benefícios advindos dos desejos da sociedade civil organizada, é possível revitalizar sem demolir, propor e regular o uso e ocupação do solo urbano,mantendo o dialogo participativo. </p>
<p>De outra forma, o IAB-MG dá o seguinte recado: a forma mais participativa e democrática de realizar intervenções em espaços públicos, garantindo-se a eficácia e excelência destas intervenções faz-se através de Concursos Públicos de Projetos. Por outro lado, não existe projeto bem sucedido sem consulta direto ao Usuário. Ele usufrui do espaço,portanto ele é agente importante a ser ouvido na construção de uma política pública de apropriação de um espaço público desta natureza. </p>
<p>O Mercado é a Ágora, é o lugar do encontro e das manifestações do bairro. Para intervir em bens culturais e equipamentos desta natureza é necessário mais do que um processo licitatório comum, mais do que o atendimento correto dos instrumentos legais constituídos.</p>
<p>Por fim, sentindo a premente ameaça à descaracterização do Mercado Distrital do Cruzeiro, o IAB-MG resolveu solicitar preventivamente ao Conselho Municipal de Patrimônio, o seu tombamento. Esta, por sua vez, é a única forma encontrada,dentro das premissas aqui colocadas, de proteção e salvaguarda de um bem ameaçado pelo poder público, através do atual Projeto do Mercado.</p>
<p>Ao organizar a premiação Viva o Mercado! os resultados deste esforço projetual serão mostrados em um seminário a ser realizado no mercado Distrital do Cruzeiro, em evento intitulado Viva o Mercado: propostas para intervenção sustentáveis em espaços públicos como o Mercado Distrital do Cruzeiro. </p>
<p>Arquitetos mineiros, participem! Vamos nos organizar em prol de propostas participativas para o desenvolvimento sustentável de nossa Cidade.</p>
<p>CRONOGRAMA</p>
<p> Lançamento do Edital 03 de junho de 2011. </p>
<p>Inscrições 06/06 /2011 a 06/07/211 (haverá plantão no IAB para recepção de trabalhos) </p>
<p> Julgamento 07/07/2011 a 10/07/2011</p>
<p>Cerimônia de Premiação e Abertura da Exposição 16/07/2011 Mercado do Cruzeiro durante o Fórum Participativo Viva o mercado</p>
<p>12.6. 18/07/2011 – Entrega do relatório Final da Ação ao Prefeito de Belo Horizonte com a presença da imprensa e da Câmara de Vereadores de BH.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A quatro mãos : Arquitetura Moderna Brasileira, 1978-82 por Pedro Guedes</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2011/03/29/a-quatro-maos-arquitetura-moderna-brasileira-1978-82/#comment-1467</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 May 2011 12:35:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=5555#comment-1467</guid>
		<description><![CDATA[I have just read the article &quot;A quatro mãos : Arquitetura Moderna Brasileira, 1978-82&quot;. 
I am the son of Pancho Guedes who practiced in Mocambique, exhibited at the Bienal de S Paulo in 1961. 
In 2009, I curated a major retrospective exhibition of his work at the Museu Coleccao Berardo at the Centro Cultural de Belem in Lisbon. 
I have recently uploaded the complete catalogue of the PANCHO GUEDES - VITRUVIUS MOZAMBICANUS exhibition with images and drawings of Pancho&#039;s buildings, sculpture paintings and drawings. This material is available at:

http://espace.library.uq.edu.au/view/UQ:196173

I am currently a Senior Lecturer in Architecture at the University of Queensland in Australia. 
In addition to Harry Seidler, there were other architects in Australia who were heavily influenced by the work of Brazilian colleagues before the mid 1970s. James Birrell, in particular, working in Queensland was able to resonate with the spirit of brazilian architecture in our sub-tropical climate. There were others. 
The South African connection with Brazil is treated at some length in a chapter: Gus Gerneke &quot;From Brazil to Pretoria&quot; in: Roger Fisher &amp; Schalk Leroux with Estelle Mare - Architecture of the Transvaal, Pretoria: University of South Africa, 1998, pp. 196-229.
I do hope that greater exposure is given to the Architectures outside Europe, North America and Japan.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>I have just read the article &#8220;A quatro mãos : Arquitetura Moderna Brasileira, 1978-82&#8243;.<br />
I am the son of Pancho Guedes who practiced in Mocambique, exhibited at the Bienal de S Paulo in 1961.<br />
In 2009, I curated a major retrospective exhibition of his work at the Museu Coleccao Berardo at the Centro Cultural de Belem in Lisbon.<br />
I have recently uploaded the complete catalogue of the PANCHO GUEDES &#8211; VITRUVIUS MOZAMBICANUS exhibition with images and drawings of Pancho&#8217;s buildings, sculpture paintings and drawings. This material is available at:</p>
<p><a href="http://espace.library.uq.edu.au/view/UQ:196173" rel="nofollow">http://espace.library.uq.edu.au/view/UQ:196173</a></p>
<p>I am currently a Senior Lecturer in Architecture at the University of Queensland in Australia.<br />
In addition to Harry Seidler, there were other architects in Australia who were heavily influenced by the work of Brazilian colleagues before the mid 1970s. James Birrell, in particular, working in Queensland was able to resonate with the spirit of brazilian architecture in our sub-tropical climate. There were others.<br />
The South African connection with Brazil is treated at some length in a chapter: Gus Gerneke &#8220;From Brazil to Pretoria&#8221; in: Roger Fisher &amp; Schalk Leroux with Estelle Mare &#8211; Architecture of the Transvaal, Pretoria: University of South Africa, 1998, pp. 196-229.<br />
I do hope that greater exposure is given to the Architectures outside Europe, North America and Japan.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Contra a demolição do Mercado Distrital do Cruzeiro &#8211; BH por joaodiniz</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2011/05/09/contra-a-demolicao-do-mercado-distrital-do-cruzeiro-bh/#comment-1465</link>
		<dc:creator><![CDATA[joaodiniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2011 01:56:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=6391#comment-1465</guid>
		<description><![CDATA[Além da questão de respeito a este pequeno &#039;oásis&#039; urbano e preservação do projeto do Éolo Maia para o Mercado do Cruzeiro, este &#039;case&#039; apresenta várias outras facetas que a meu ver devem ser consideradas e que podem transformar esta polemica numa grande oportunidade de participação comunitária e revitalização deste significativo espaço público, tais como:

- considerar em qualquer que seja a decisão a capacidade limitada das vias locais não propondo atividades que aumentem o tráfego de veículos

- considerar a vocação boemia, gourmet e artística que o Mercado apresenta atualmente

- tentar resolver o problema de estacionamento gerado pelas atividades locais existentes

- considerar a proximidade do parque Amilcar Viana (parque/mirante da Caixa D&#039;Água) que pode potencializar as qualidades ambientais e de laser do Mercado e entorno

- buscar soluções que tragam condições mercadologicas e de viabilização das revitalizações a serem implantadas

- considerar a presença da comunidade vizinha do &#039;Pindura Saia&#039; e seu caráter tipológico espontâneo e diferenciado das construções na área

- ouvir e entender as demandas e participaçao de todos os agentes envolvidos tais como: comunidade de moradores locais através de sua associação a &#039;Amoreiro&#039;, a Universidade Fumec, os trabalhadores do mercado, os moradores do &#039;Pindura Saia&#039;, a PBH, o IAB MG e outros...

é isso, essa conversa é boa, um desafio...
abraços ao MDC
Joao Diniz]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Além da questão de respeito a este pequeno &#8216;oásis&#8217; urbano e preservação do projeto do Éolo Maia para o Mercado do Cruzeiro, este &#8216;case&#8217; apresenta várias outras facetas que a meu ver devem ser consideradas e que podem transformar esta polemica numa grande oportunidade de participação comunitária e revitalização deste significativo espaço público, tais como:</p>
<p>- considerar em qualquer que seja a decisão a capacidade limitada das vias locais não propondo atividades que aumentem o tráfego de veículos</p>
<p>- considerar a vocação boemia, gourmet e artística que o Mercado apresenta atualmente</p>
<p>- tentar resolver o problema de estacionamento gerado pelas atividades locais existentes</p>
<p>- considerar a proximidade do parque Amilcar Viana (parque/mirante da Caixa D&#8217;Água) que pode potencializar as qualidades ambientais e de laser do Mercado e entorno</p>
<p>- buscar soluções que tragam condições mercadologicas e de viabilização das revitalizações a serem implantadas</p>
<p>- considerar a presença da comunidade vizinha do &#8216;Pindura Saia&#8217; e seu caráter tipológico espontâneo e diferenciado das construções na área</p>
<p>- ouvir e entender as demandas e participaçao de todos os agentes envolvidos tais como: comunidade de moradores locais através de sua associação a &#8216;Amoreiro&#8217;, a Universidade Fumec, os trabalhadores do mercado, os moradores do &#8216;Pindura Saia&#8217;, a PBH, o IAB MG e outros&#8230;</p>
<p>é isso, essa conversa é boa, um desafio&#8230;<br />
abraços ao MDC<br />
Joao Diniz</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Finalistas do Prêmio Mies van der Rohe 2011 por Frederico Freitas</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2011/04/04/finalistas-do-premio-mies-van-der-rohe-2011/#comment-1319</link>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 00:43:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=6020#comment-1319</guid>
		<description><![CDATA[Sempre tenho pé atrás com essas arquiteturas gringas. São tão megalomaníacas que só exacerbam a excelência da arquitetura brasileira ao driblar os velhos problemas socioeconômicos com muita consciência e poesia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre tenho pé atrás com essas arquiteturas gringas. São tão megalomaníacas que só exacerbam a excelência da arquitetura brasileira ao driblar os velhos problemas socioeconômicos com muita consciência e poesia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Prêmio Mies van der Rohe 2011 por Finalistas do Prêmio Mies van der Rohe 2011 &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2011/03/18/premio-mies-van-der-rohe-2011/#comment-1318</link>
		<dc:creator><![CDATA[Finalistas do Prêmio Mies van der Rohe 2011 &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 02:45:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=5514#comment-1318</guid>
		<description><![CDATA[[...] van der Rohe anunciaram os seis finalistas do Prêmio Mies van der Rohe, selecionados dentre as 343 obras indicadas em 33 países europeus. Os projetos finalistas [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] van der Rohe anunciaram os seis finalistas do Prêmio Mies van der Rohe, selecionados dentre as 343 obras indicadas em 33 países europeus. Os projetos finalistas [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Finalistas do Prêmio Mies van der Rohe 2011 por Danilo Matoso</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2011/04/04/finalistas-do-premio-mies-van-der-rohe-2011/#comment-1317</link>
		<dc:creator><![CDATA[Danilo Matoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 02:39:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=6020#comment-1317</guid>
		<description><![CDATA[Tomando emprestado um trocadilho de nossa colaboradora editorial, a senhora Androulla Vassil(i)ou. 
Primeiro: Zaha Hadid é iraquiana de nascimento.
Segundo: E daí se são todos europeus? Isso não é uma premissa do prêmio? Ressaltar isso vem a propósito de que? Uma declaração como essa, vinda justamente de um membro da Comissão Européia para &quot;Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude&quot;, no meu entendimento, é algo suspeita... Aliás, faz sentido a pemiação de arquitetura baseada na nacionalidade dos autores? Não faria mais sentido premiar a arquitetura com base na localização das obras?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tomando emprestado um trocadilho de nossa colaboradora editorial, a senhora Androulla Vassil(i)ou.<br />
Primeiro: Zaha Hadid é iraquiana de nascimento.<br />
Segundo: E daí se são todos europeus? Isso não é uma premissa do prêmio? Ressaltar isso vem a propósito de que? Uma declaração como essa, vinda justamente de um membro da Comissão Européia para &#8220;Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude&#8221;, no meu entendimento, é algo suspeita&#8230; Aliás, faz sentido a pemiação de arquitetura baseada na nacionalidade dos autores? Não faria mais sentido premiar a arquitetura com base na localização das obras?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Prêmio Mies van der Rohe 2011 por Eduardo Souto de Moura recebe o Pritzker 2011 &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2011/03/18/premio-mies-van-der-rohe-2011/#comment-1315</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Souto de Moura recebe o Pritzker 2011 &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 20:17:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=5514#comment-1315</guid>
		<description><![CDATA[[...] de Arquitetura de Chicago (2006). Além disso, neste ano, Souto de Moura foi indicado também ao Prêmio Mies van der Rohe 2011, pelo Museu Paula [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de Arquitetura de Chicago (2006). Além disso, neste ano, Souto de Moura foi indicado também ao Prêmio Mies van der Rohe 2011, pelo Museu Paula [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Residência LF &#8211; Nova Lima &#8211; MG por NELSON</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/07/18/residencia-lf-nova-lima-mg/#comment-1314</link>
		<dc:creator><![CDATA[NELSON]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 18:24:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=3166#comment-1314</guid>
		<description><![CDATA[adorei...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>adorei&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Sede da Fundação Habitacional do Exército &#8211; Brasília &#8211; DF por fredrico</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2011/02/25/sede-da-fundacao-habitacional-do-exercito-brasilia-df/#comment-1192</link>
		<dc:creator><![CDATA[fredrico]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 22:02:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=4576#comment-1192</guid>
		<description><![CDATA[Bem bacana!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem bacana!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Da insustentabilidade do Plano Piloto por Ricardo Farret</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2011/02/17/da-insustentabilidade-do-plano-piloto/#comment-1189</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Farret]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 19:17:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=4662#comment-1189</guid>
		<description><![CDATA[Jorge:
Um trabalho de arqueologia urbanística de grande valor. Tive dificuldades em entender a tal &quot;teoria das escalas urbanas&quot;: quais são seus fundamentos? Se é teoria, deve ser confrontada com uma experiência prática, o que me parece não ser ocaso. Mas um belo trabalho. Ricardo Farret, arquiteto, professor aposentado da UnB.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge:<br />
Um trabalho de arqueologia urbanística de grande valor. Tive dificuldades em entender a tal &#8220;teoria das escalas urbanas&#8221;: quais são seus fundamentos? Se é teoria, deve ser confrontada com uma experiência prática, o que me parece não ser ocaso. Mas um belo trabalho. Ricardo Farret, arquiteto, professor aposentado da UnB.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Casa em Carapicuíba &#8211; SP por Nessrine M.M</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2010/01/13/casa-em-carapicuiba-sp/#comment-1188</link>
		<dc:creator><![CDATA[Nessrine M.M]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 02:19:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=3707#comment-1188</guid>
		<description><![CDATA[Queridos.....
 Parabéns pelo este trabalho fantástico, gostei muito o jeito de aproveitamento os espaços, e os níveis em que for feito,,,,,,,,,,, e também pela coragem que os arquitetos já tem para projetar este tipos de casas deferente.......
abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Queridos&#8230;..<br />
 Parabéns pelo este trabalho fantástico, gostei muito o jeito de aproveitamento os espaços, e os níveis em que for feito,,,,,,,,,,, e também pela coragem que os arquitetos já tem para projetar este tipos de casas deferente&#8230;&#8230;.<br />
abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Casa em Carapicuíba &#8211; SP por Altivo</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2010/01/13/casa-em-carapicuiba-sp/#comment-1186</link>
		<dc:creator><![CDATA[Altivo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 11:09:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[bem observado, Mika. Está faltando alguns formatos.

abraços fraternos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bem observado, Mika. Está faltando alguns formatos.</p>
<p>abraços fraternos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Estádio Municipal de Montes Claros &#8211; MG por Romilton Alves da Rocha</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2006/03/31/estadio-municipal-de-montes-claros-mg/#comment-1124</link>
		<dc:creator><![CDATA[Romilton Alves da Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 18:22:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=373#comment-1124</guid>
		<description><![CDATA[Até gostei do seu comentário, uma cidade como Montes Claros merece sim um estádio mais adequado.
Mas convenhamos, com esse seu português horrível, sinceramente, fica difícil entender a sua reinvindicação.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até gostei do seu comentário, uma cidade como Montes Claros merece sim um estádio mais adequado.<br />
Mas convenhamos, com esse seu português horrível, sinceramente, fica difícil entender a sua reinvindicação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Fundação Iberê Camargo &#8211; Porto Alegre &#8211; RS por joaodiniz</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2010/12/07/fundacao-ibere-camargo-porto-alegre-rs/#comment-1009</link>
		<dc:creator><![CDATA[joaodiniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 03:08:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=3846#comment-1009</guid>
		<description><![CDATA[Parabéns pessoal do MDC por esta publicação tão detalhada que consegue acrescentar muitas informações úteis a tudo o que já foi apresentado sobre este projeto, abraços, João Diniz]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pessoal do MDC por esta publicação tão detalhada que consegue acrescentar muitas informações úteis a tudo o que já foi apresentado sobre este projeto, abraços, João Diniz</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Uma explicação necessária por dandara</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/02/04/uma-explicacao-necessaria/#comment-1001</link>
		<dc:creator><![CDATA[dandara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 22:04:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1908#comment-1001</guid>
		<description><![CDATA[É a palavra que modifica o sentido do verbo (maioria), do adjetivo e do próprio advérbio (intensidade para essas duas classes). Denota em si mesma uma circunstância que determina sua classificação:

    * lugar: longe, junto, acima, ali, lá, atrás, alhures;
    * tempo: breve, cedo, já, agora, outrora, imediatamente, ainda;
    * modo: bem, mal, melhor, pior, devagar, a maioria dos adv. com sufixo -mente;
    * negação: não, qual nada, tampouco, absolutamente;
    * dúvida: quiçá, talvez, provavelmente, porventura, possivelmente;
    * intensidade: muito, pouco, bastante, mais, meio, quão, demais, tão;
    * afirmação: sim, certamente, deveras, com efeito, realmente, efetivamente.

As palavras onde (de lugar), como (de modo), porque (de causa), quanto (classificação variável) e quando (de tempo), usadas em frases interrogativas diretas ou indiretas, são classificadas como advérbios interrogativos (queria saber onde todos dormirão / quando se realizou o concurso).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É a palavra que modifica o sentido do verbo (maioria), do adjetivo e do próprio advérbio (intensidade para essas duas classes). Denota em si mesma uma circunstância que determina sua classificação:</p>
<p>    * lugar: longe, junto, acima, ali, lá, atrás, alhures;<br />
    * tempo: breve, cedo, já, agora, outrora, imediatamente, ainda;<br />
    * modo: bem, mal, melhor, pior, devagar, a maioria dos adv. com sufixo -mente;<br />
    * negação: não, qual nada, tampouco, absolutamente;<br />
    * dúvida: quiçá, talvez, provavelmente, porventura, possivelmente;<br />
    * intensidade: muito, pouco, bastante, mais, meio, quão, demais, tão;<br />
    * afirmação: sim, certamente, deveras, com efeito, realmente, efetivamente.</p>
<p>As palavras onde (de lugar), como (de modo), porque (de causa), quanto (classificação variável) e quando (de tempo), usadas em frases interrogativas diretas ou indiretas, são classificadas como advérbios interrogativos (queria saber onde todos dormirão / quando se realizou o concurso).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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