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	<title>Comentários sobre: Deixar de pensar no estilo</title>
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		<title>Por: JOSÉ WAGNER AMBROSIO</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-645</link>
		<dc:creator><![CDATA[JOSÉ WAGNER AMBROSIO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:03:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[INSTIGANTE A ATUAL. aINDA VAMOS ENCONTRAR NOSSO ESTILO?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>INSTIGANTE A ATUAL. aINDA VAMOS ENCONTRAR NOSSO ESTILO?</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Sobre projetos executivos e detalhes &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-407</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sobre projetos executivos e detalhes &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 06:03:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Macedo, Danilo Matoso. “Deixar de pensar no estilo.” MDC &#8211; Revista de Arquitetura e Urbanismo, Janeiro 19, 2009. http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Macedo, Danilo Matoso. “Deixar de pensar no estilo.” MDC &#8211; Revista de Arquitetura e Urbanismo, Janeiro 19, 2009. <a href="http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/" rel="nofollow">http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/</a>. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Disciplina ou (in)disciplina: eis a questão &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-351</link>
		<dc:creator><![CDATA[Disciplina ou (in)disciplina: eis a questão &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 17:18:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] A dificuldade de responder a esta questão e a leitura do texto de Danilo Macedo sobre &#8220;deixar de pensar no estilo&#8221; me fizeram voltar a este texto que comecei a escrever cinco anos atrás e que retomo agora [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] A dificuldade de responder a esta questão e a leitura do texto de Danilo Macedo sobre &#8220;deixar de pensar no estilo&#8221; me fizeram voltar a este texto que comecei a escrever cinco anos atrás e que retomo agora [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Veloso</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-252</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 01:50:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Danilo, parabéns pelo texto...muito conciso e sintético (de bourdieu à ABNT).
Destaco o fato de você colocar cada tema em seu devido lugar, algo muito raro nos debates em voga. Chega de discursos estilísticos que se legitimam como solução técnica (ou mesmo o contrário). 

Abraço]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo, parabéns pelo texto&#8230;muito conciso e sintético (de bourdieu à ABNT).<br />
Destaco o fato de você colocar cada tema em seu devido lugar, algo muito raro nos debates em voga. Chega de discursos estilísticos que se legitimam como solução técnica (ou mesmo o contrário). </p>
<p>Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: claudia pires</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-249</link>
		<dc:creator><![CDATA[claudia pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 01:47:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1468#comment-249</guid>
		<description><![CDATA[Danilo,
maravilhoso texto. Precisamos enfrentar com coragem o nosso grande desafio de projetar arquitetura para todos. Replicarei sua brilhante mensagem!
Grande abraço,


CLAUDIA PIRES
PRESIDENTE
IAB-MG]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo,<br />
maravilhoso texto. Precisamos enfrentar com coragem o nosso grande desafio de projetar arquitetura para todos. Replicarei sua brilhante mensagem!<br />
Grande abraço,</p>
<p>CLAUDIA PIRES<br />
PRESIDENTE<br />
IAB-MG</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Arquitetura em tempos de crise &#171; concursosdeprojeto.org</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-246</link>
		<dc:creator><![CDATA[Arquitetura em tempos de crise &#171; concursosdeprojeto.org]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 23:31:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1468#comment-246</guid>
		<description><![CDATA[[...] [2] Vide texto de Danilo Matoso (2009), publicado na MDC revista de Arquitetura e Urbanismo: Deixar de pensar no estilo - Considerações sobre o ofício da arquitetura no Brasil. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] [2] Vide texto de Danilo Matoso (2009), publicado na MDC revista de Arquitetura e Urbanismo: Deixar de pensar no estilo &#8211; Considerações sobre o ofício da arquitetura no Brasil. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Manuel</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-220</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 19:11:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1468#comment-220</guid>
		<description><![CDATA[Hola Danilo, 

Me ha interesado mucho tú texto, lamentablemente no lo he comprendido a cabalidad por el idioma. 
Llegué a tú sitio por un comentario de un blog que habías hecho en español. 
¿Tienes en algún link este texto en español?
Felicitaciones de nuevo y Saludos!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hola Danilo, </p>
<p>Me ha interesado mucho tú texto, lamentablemente no lo he comprendido a cabalidad por el idioma.<br />
Llegué a tú sitio por un comentario de un blog que habías hecho en español.<br />
¿Tienes en algún link este texto en español?<br />
Felicitaciones de nuevo y Saludos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José E. Ferolla</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-190</link>
		<dc:creator><![CDATA[José E. Ferolla]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 01:55:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1468#comment-190</guid>
		<description><![CDATA[Acho que até então andamos comentando este artigo desfocando, nele, o que aí há de maior interesse.

Já havia comentado isso com o Matoso, de que ele deveria ter aumentado o tamanho da foto do Grande Hotel de Araxá (para uns do Berti, para outros de seu assistente, Signorelli, enfim, disputa italianada de autorias que agora e aqui não vem ao caso), com o pavilhão do Bolonha adiante.
Ficou ainda pequena, pois somente olhares atentos, ou dos que conhecem o diálogo destas obras in loco, conseguem perceber que, enquanto o &quot;neocolonial espanhol&quot; resplandece em conservação e dignidade construtiva, aquele pastiche de casa do baile (fruto daquela &quot;deselegância discreta&quot; já observada pelo Caetano) apodrece como uma FAU-USP.

Andamos querendo fazer coisas sem saber como, nem por que, nem para que,  enfim, sem saber.
Passamos cinco anos nas escolas fazendo simulacros, irresponsavelmente brincando com nossos cadávares,e até que hoje já conseguimos deixá-los irrepreensivelmente maquiados, como que vivos, aqueles seres virtuais maravilhosamente renderizados e iluminados.
Mais reais, impossível...

Nada contra estes procedimentos, pois que atingem tal nível de simulação que, fotoinseridos, respondem muito melhor do que qualquer maquete física, esta sempre um objeto ali, e nós cá. 
(Um parêntese: a maquete física foi o grande recurso daquela aqui abreviada pelo Mahfuz de AM. Para esta, o contexto - uma situação urbana &quot;pas radieuse&quot;, a ser ainda revolucionada por um &quot;esprit nouveau&quot; - não importava, era encarado, como um rousseaniano &quot;eu sou bom, o mundo é que é ruim&quot;).
Isto, hoje, nos dá a grande vantagem de poder avaliar corretamene todos os aspectos do espaço projetado. 
Se a maquete física permitia um julgamento, digamos,  escultórico, mais apropriado a um objeto à escala, os modelos virtuais fotoinseridos nos permitem hoje avaliar com precisão (afinal, nem todos temos o talento de um Helmut Jacoby..)a relação do novo edifício como a vizinhança, exatamente como ficará ali, depois de cinstruido.
Ainda que mais difícil, conseguimos já alguma simulação dos espaços internos, coisa que daqui há pouco, usando óculos apropriados, estará acessível a todos percorrer. 
Esta dificuldade atual e passada, digamos, dos últimos vinte anos, a gente percebe: edifícios maravilhosamente contextualizados, mas com interiores execráveis. 
Um exemplo? Instituto do Mundo Árabe. 
Há vários outros para o que mais quero aqui, agora, comentar: o efeito do tempo.

Pra que servem aqueles explendidamente conceituados muxarabis diafragmáticos, se não funcionam?

Maravilhosas, como as tripas de um lobo &quot;Munchausiano&quot;, as coloridas e expostas entranhas do Centro Georges Pompidou, mas, limpar aquilo... Preservar vivos aqueles azuis e vermelhos, que não duram cinco anos... 
Enquanto no Louvre se gasta menos de 10%, chega a 20% da arrecadação o necessário para manter o &quot;Bubu&quot; nos trinques.
Maravilhoso, também, os brilhos do Lloyd&#039;s naquela cinza e bem comportada city, mas o que ninguém comenta é que o banco anda pensando seriamente em processar o Rogers pelo exagerado custo dispendido na manutenção do edifício.

Estas coisas, o efeito do tempo na arquitetura, a gente aprende - quando é novo - olhando o que ocorre nas obras dos outros, e depois, ao longo do tempo, com o que ocorre com as nossas. 
Como a gente, a arquitetura também tem que aprender a envelhecer, e isso as arquiteturas clássicas, renascentistas, barrocas, mesmo as neoclássicas e as vernaculares, o sabem com perfeição. 
Enquanto o minimalismo da AM não tem como esconder a celulite e a ruga, a outra já nasceu com elas, e aí a gente aprende que uma cornija não é só um ornamento, a razão de uma &quot;opera di mano&quot; no embasamento, e vai por aí afora.
Não se trata da normatização de per si, que andou incomodando a Maria, mas estas decorrerm disso, do tempo, de de como lidar com ele, não é mesmo? 

Como dizia um nosso professor, Carvalho Lopes, doutor (de fato e de direito) em hidráulica e saneamento, lá pelos anos 60: &quot;só há uma coisa que engenheiros e arquitetos jamais devem desrespeitar, porque nada ganharão com isso muito pelo contrário:  a água&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que até então andamos comentando este artigo desfocando, nele, o que aí há de maior interesse.</p>
<p>Já havia comentado isso com o Matoso, de que ele deveria ter aumentado o tamanho da foto do Grande Hotel de Araxá (para uns do Berti, para outros de seu assistente, Signorelli, enfim, disputa italianada de autorias que agora e aqui não vem ao caso), com o pavilhão do Bolonha adiante.<br />
Ficou ainda pequena, pois somente olhares atentos, ou dos que conhecem o diálogo destas obras in loco, conseguem perceber que, enquanto o &#8220;neocolonial espanhol&#8221; resplandece em conservação e dignidade construtiva, aquele pastiche de casa do baile (fruto daquela &#8220;deselegância discreta&#8221; já observada pelo Caetano) apodrece como uma FAU-USP.</p>
<p>Andamos querendo fazer coisas sem saber como, nem por que, nem para que,  enfim, sem saber.<br />
Passamos cinco anos nas escolas fazendo simulacros, irresponsavelmente brincando com nossos cadávares,e até que hoje já conseguimos deixá-los irrepreensivelmente maquiados, como que vivos, aqueles seres virtuais maravilhosamente renderizados e iluminados.<br />
Mais reais, impossível&#8230;</p>
<p>Nada contra estes procedimentos, pois que atingem tal nível de simulação que, fotoinseridos, respondem muito melhor do que qualquer maquete física, esta sempre um objeto ali, e nós cá.<br />
(Um parêntese: a maquete física foi o grande recurso daquela aqui abreviada pelo Mahfuz de AM. Para esta, o contexto &#8211; uma situação urbana &#8220;pas radieuse&#8221;, a ser ainda revolucionada por um &#8220;esprit nouveau&#8221; &#8211; não importava, era encarado, como um rousseaniano &#8220;eu sou bom, o mundo é que é ruim&#8221;).<br />
Isto, hoje, nos dá a grande vantagem de poder avaliar corretamene todos os aspectos do espaço projetado.<br />
Se a maquete física permitia um julgamento, digamos,  escultórico, mais apropriado a um objeto à escala, os modelos virtuais fotoinseridos nos permitem hoje avaliar com precisão (afinal, nem todos temos o talento de um Helmut Jacoby..)a relação do novo edifício como a vizinhança, exatamente como ficará ali, depois de cinstruido.<br />
Ainda que mais difícil, conseguimos já alguma simulação dos espaços internos, coisa que daqui há pouco, usando óculos apropriados, estará acessível a todos percorrer.<br />
Esta dificuldade atual e passada, digamos, dos últimos vinte anos, a gente percebe: edifícios maravilhosamente contextualizados, mas com interiores execráveis.<br />
Um exemplo? Instituto do Mundo Árabe.<br />
Há vários outros para o que mais quero aqui, agora, comentar: o efeito do tempo.</p>
<p>Pra que servem aqueles explendidamente conceituados muxarabis diafragmáticos, se não funcionam?</p>
<p>Maravilhosas, como as tripas de um lobo &#8220;Munchausiano&#8221;, as coloridas e expostas entranhas do Centro Georges Pompidou, mas, limpar aquilo&#8230; Preservar vivos aqueles azuis e vermelhos, que não duram cinco anos&#8230;<br />
Enquanto no Louvre se gasta menos de 10%, chega a 20% da arrecadação o necessário para manter o &#8220;Bubu&#8221; nos trinques.<br />
Maravilhoso, também, os brilhos do Lloyd&#8217;s naquela cinza e bem comportada city, mas o que ninguém comenta é que o banco anda pensando seriamente em processar o Rogers pelo exagerado custo dispendido na manutenção do edifício.</p>
<p>Estas coisas, o efeito do tempo na arquitetura, a gente aprende &#8211; quando é novo &#8211; olhando o que ocorre nas obras dos outros, e depois, ao longo do tempo, com o que ocorre com as nossas.<br />
Como a gente, a arquitetura também tem que aprender a envelhecer, e isso as arquiteturas clássicas, renascentistas, barrocas, mesmo as neoclássicas e as vernaculares, o sabem com perfeição.<br />
Enquanto o minimalismo da AM não tem como esconder a celulite e a ruga, a outra já nasceu com elas, e aí a gente aprende que uma cornija não é só um ornamento, a razão de uma &#8220;opera di mano&#8221; no embasamento, e vai por aí afora.<br />
Não se trata da normatização de per si, que andou incomodando a Maria, mas estas decorrerm disso, do tempo, de de como lidar com ele, não é mesmo? </p>
<p>Como dizia um nosso professor, Carvalho Lopes, doutor (de fato e de direito) em hidráulica e saneamento, lá pelos anos 60: &#8220;só há uma coisa que engenheiros e arquitetos jamais devem desrespeitar, porque nada ganharão com isso muito pelo contrário:  a água&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fique por dentro Estilo &#187; Blog Archive &#187; …”deixar de pensar no estilo” « mdc . revista de arquitetura e &#8230;</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-137</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fique por dentro Estilo &#187; Blog Archive &#187; …”deixar de pensar no estilo” « mdc . revista de arquitetura e &#8230;]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 17:01:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] também deixar de pensar no estilo. O caráter da nossa arquitetura como &#8230; fique por dentro clique aqui.&#160;Fonte:  [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] também deixar de pensar no estilo. O caráter da nossa arquitetura como &#8230; fique por dentro clique aqui.&nbsp;Fonte:  [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-120</link>
		<dc:creator><![CDATA[Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 15:54:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não acredito que se deva reduzir o pensamento dos estudantes de arquitetura e urbanismo dessa forma, a partir de um discurso hierárquico. Boa parte deles não só conhecem normas como as questionam - no lugar de pregá-las acriticamente, como se a pertinência de uma intervenção necessariamente se construísse sobre elas.
Apesar de válida em alguns aspectos, a discussão presente no texto ainda mantém a arquitetura como um &#039;ofício&#039; ensimesmado e desconsidera outras questões tão importantes quanto a regulamentação e talvez mais urgentes.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não acredito que se deva reduzir o pensamento dos estudantes de arquitetura e urbanismo dessa forma, a partir de um discurso hierárquico. Boa parte deles não só conhecem normas como as questionam &#8211; no lugar de pregá-las acriticamente, como se a pertinência de uma intervenção necessariamente se construísse sobre elas.<br />
Apesar de válida em alguns aspectos, a discussão presente no texto ainda mantém a arquitetura como um &#8216;ofício&#8217; ensimesmado e desconsidera outras questões tão importantes quanto a regulamentação e talvez mais urgentes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Edson Mahfuz</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-114</link>
		<dc:creator><![CDATA[Edson Mahfuz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 09:22:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1468#comment-114</guid>
		<description><![CDATA[sem querer polemizar, eu pegaria mais leve na interpretação da frase “…se não é Arquitetura Moderna não é Arquitetura…”.

do meu ponto de vista de admirador da AM, eu a vejo menos como imposição ou &quot;ditadura estética&quot;e mais como algo inevitável. depois de um certo momento não fazia mais sentido fazer outra coisa que arquitetura moderna.

é claro que essa afirmação depende do que se entenda por AM. no meu caso, entendo a AM como a define Helio Piñón: um sistema formal evolutivo em que a forma é uma sintese de programa, lugar e construção, síntese essa mediada pelo conhecimento acumulado ao longo da história.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sem querer polemizar, eu pegaria mais leve na interpretação da frase “…se não é Arquitetura Moderna não é Arquitetura…”.</p>
<p>do meu ponto de vista de admirador da AM, eu a vejo menos como imposição ou &#8220;ditadura estética&#8221;e mais como algo inevitável. depois de um certo momento não fazia mais sentido fazer outra coisa que arquitetura moderna.</p>
<p>é claro que essa afirmação depende do que se entenda por AM. no meu caso, entendo a AM como a define Helio Piñón: um sistema formal evolutivo em que a forma é uma sintese de programa, lugar e construção, síntese essa mediada pelo conhecimento acumulado ao longo da história.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José E. Ferolla</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-110</link>
		<dc:creator><![CDATA[José E. Ferolla]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 22:08:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1468#comment-110</guid>
		<description><![CDATA[&quot;...Se não é Arquitetura Moderna não é Arquitetura...&quot;
fui &quot;criado&quot; nesta ditadura durante a outra, a propriamente dita.
Mas o &quot;pseudo-futurismo&quot;, pra mim, foi o melhor.
Que sorte, Praga ficar livre daquela praga!

Espere e verás que esta minoria não é tão absoluta assim, apenas relativa.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230;Se não é Arquitetura Moderna não é Arquitetura&#8230;&#8221;<br />
fui &#8220;criado&#8221; nesta ditadura durante a outra, a propriamente dita.<br />
Mas o &#8220;pseudo-futurismo&#8221;, pra mim, foi o melhor.<br />
Que sorte, Praga ficar livre daquela praga!</p>
<p>Espere e verás que esta minoria não é tão absoluta assim, apenas relativa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Edson Mahfuz</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/19/deixar-de-pensar-no-estilo/#comment-107</link>
		<dc:creator><![CDATA[Edson Mahfuz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 19:33:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1468#comment-107</guid>
		<description><![CDATA[danilo,

excelente texto. mesmo em minoria absoluta, essa linha de pensamento e atitude existe aqui e ali. continuemos falando sobre isso que algum efeito terá.

abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>danilo,</p>
<p>excelente texto. mesmo em minoria absoluta, essa linha de pensamento e atitude existe aqui e ali. continuemos falando sobre isso que algum efeito terá.</p>
<p>abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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