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	<title>Comentários sobre: Oscar Niemeyer e Brasília: criador versus criatura</title>
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		<title>Por: HERACLIDES SILVEIRA DE OLIVEIRA</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-997</link>
		<dc:creator><![CDATA[HERACLIDES SILVEIRA DE OLIVEIRA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 16:07:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cara Sylvia, &quot;Brasília está travestida e nem precisaria estar repaginada&quot;. É moderna, arejada, meio seca mas muito bela com seus espeaços verdes infinitos. Está transformada em determinados locais num amontoado de lixo sujo. É uma bela cidade que assim como o jacarandá, deveria crescer solenemente a partir de uma pequena matriz. Deveria crescer em todas as direções sem perder a sua beleza central.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Sylvia, &#8220;Brasília está travestida e nem precisaria estar repaginada&#8221;. É moderna, arejada, meio seca mas muito bela com seus espeaços verdes infinitos. Está transformada em determinados locais num amontoado de lixo sujo. É uma bela cidade que assim como o jacarandá, deveria crescer solenemente a partir de uma pequena matriz. Deveria crescer em todas as direções sem perder a sua beleza central.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Rii Nbr,</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-891</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rii Nbr,]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 23:30:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[oscar ta mt velho p se preocupar com Brasília 
zoa concordo com vc]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oscar ta mt velho p se preocupar com Brasília<br />
zoa concordo com vc</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Praça da Soberania: crônica de uma polêmica &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-648</link>
		<dc:creator><![CDATA[Praça da Soberania: crônica de uma polêmica &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 04:44:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] dia seguinte, Sylvia Ficher voltava a se manifestar no texto Verso e reverso em Niemeyer,[21] agora acompanhada do arquiteto Jorge Guilherme Francisconi, ambos membros do Conselho de [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] dia seguinte, Sylvia Ficher voltava a se manifestar no texto Verso e reverso em Niemeyer,[21] agora acompanhada do arquiteto Jorge Guilherme Francisconi, ambos membros do Conselho de [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: José Chirivino Álvares</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-345</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Chirivino Álvares]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 15:06:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gostaria de saber quanto da obra do Oscar foi financiada com dinheiro público e quanto por capitais privados. No Brasil e em outros países. Alguem tem estes dados?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber quanto da obra do Oscar foi financiada com dinheiro público e quanto por capitais privados. No Brasil e em outros países. Alguem tem estes dados?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Luiza Nobre</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-234</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza Nobre]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 12:12:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cara Sylvia,
seu artigo contribuiu para aquecer o debate que acabou levando Niemeyer a suspender sua proposta, e só por isso já se mostrou muito oportuno. Creio que deveríamos aproveitar o momento, em todo caso, para levar adiante a discussão sobre o urbanismo de Lucio Costa, que segue tão incompreendido. E isso vale tanto para Brasília quanto para a Barra da Tijuca, cujo Plano Piloto está completando 4 décadas.
Um abraço,
Ana Luiza Nobre]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Sylvia,<br />
seu artigo contribuiu para aquecer o debate que acabou levando Niemeyer a suspender sua proposta, e só por isso já se mostrou muito oportuno. Creio que deveríamos aproveitar o momento, em todo caso, para levar adiante a discussão sobre o urbanismo de Lucio Costa, que segue tão incompreendido. E isso vale tanto para Brasília quanto para a Barra da Tijuca, cujo Plano Piloto está completando 4 décadas.<br />
Um abraço,<br />
Ana Luiza Nobre</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Andrié Silva</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-223</link>
		<dc:creator><![CDATA[Andrié Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 01:35:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-223</guid>
		<description><![CDATA[Bom, eu concordo que há muito de absurdo em erguer aquele elemento bem no centro do Plano Piloto. Mas é demasiamente agressiva a forma com que se contrapõe àquilo neste texto.

Se é necessário dizer de quão inadequado é aquela construção naquele lugar e daquela forma, não é preciso usar de apelidos pejorativos pra fazer isso.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, eu concordo que há muito de absurdo em erguer aquele elemento bem no centro do Plano Piloto. Mas é demasiamente agressiva a forma com que se contrapõe àquilo neste texto.</p>
<p>Se é necessário dizer de quão inadequado é aquela construção naquele lugar e daquela forma, não é preciso usar de apelidos pejorativos pra fazer isso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Lancelle</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-204</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luis Lancelle]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 17:47:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-204</guid>
		<description><![CDATA[Prezada Prof. Sylvia Fischer:

Parabéns pelo sincero, inteligente e corajoso artigo sobre a Praça da Soberania, que mais do que da Soberania deveria ser chamada de &quot;Praça da Soberba&quot;.

Forte abraço:

Prof. Luis Lancelle
PS Você é parente do Fischer, ex-presidente da TeleBrasília?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezada Prof. Sylvia Fischer:</p>
<p>Parabéns pelo sincero, inteligente e corajoso artigo sobre a Praça da Soberania, que mais do que da Soberania deveria ser chamada de &#8220;Praça da Soberba&#8221;.</p>
<p>Forte abraço:</p>
<p>Prof. Luis Lancelle<br />
PS Você é parente do Fischer, ex-presidente da TeleBrasília?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Frank A. E. Svensson</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-203</link>
		<dc:creator><![CDATA[Frank A. E. Svensson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 15:27:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-203</guid>
		<description><![CDATA[Ainda sobre a praça da Soberania ... *
Agora algo mais bem pensado.
Para quem não me conhece: fui arquiteto depois professor universitário e agora faço política dentro dos limites que me são impostos...
Conheço Brasília de corpo presente desde 1959 com duas interrupções: durante oito anos participei como arquiteto da experiência de planejamento liderada por Celso Furtado; durante 16 anos, graças ao ato AI-5, o que me brindou o conhecimento in-loco de várias outras capitais deste e do outro lado da chamada cortina de ferro.

Lembro-me muito bem do alvoroço da opinião pública quanto ao edifício destinado ao Congresso Nacional. No Nordeste cansei de ver a coluna do Palácio da Alvorada e a imagem do Congresso reproduzida em fachadas nas favelas e em carrocerias de madeira de caminhões e mixtos. As pseudo-intelectuais elites, por sua vez, não conseguiam admitir algo tão modernista. Até Humberto Eco, aquele do Cravo e da Rosa, tão mencionado por orientadores de tese não libertos de mitos da metodologia, se meteu na briga.
  
Agora é a vez da Praça da Soberania.
É bom lembrar antes que todo o ideário republicano do planejamento, deste país, de suas regiões e cidades serem objeto de um continuado planejamento, está sendo lançado na lixeira da História. Hoje o Ministério do Planejamento não passa de um grande escritório de contabilidade. Planejar é subverter a ordem capitalista. Hoje quem planeja Brasília são os comerciantes. Planejam e se elegem...

Brasília fez parte de um grande projeto do governo Vargas de construção de novas cidades dentro do qual Brasília a exemplo de Versalhes, São Petersburgo, Washington e outras seria uma City, uma sede de Governo com a centralidade compatível à mesma. A centralidade do Plano Piloto de Brasília decorre do cruzamento de dois eixos principais dividindo por sua vez áreas de serviços, comércio, lazer e cultura.

Reconheço que o Plano de Lúcio Costa foi o que de melhor se fez neste país em matéria de planejamento do imprevisível.  Outro aspecto a considerar é que gosto e conhecimento são áreas imbricadas. O conhecimento muda o gosto. Hoje se defende a paisagem da Esplanada como ela é por força do conhecimento de sua história.  Faz parte do imaginário coletivo o receio do desconhecido.
Em matéria de cultura o chamamento da centralidade de Brasília começou a ser satisfeita com a construção do Teatro Nacional e de um Hall de exposições não ativado e entregue por longo tempo ao Turing Clube de Brasília. No Conjunto Nacional e no Conique vários cinemas e o Teatro Dulcina. Depois se construiu o Circo Circular e agora a proposta de Oscar Niemeyer para a Praça da Soberania... Tudo próximo da Estação Rodoviária e hoje de Metrô permitindo fácil acesso a uma verdadeira praça também da cultura . 
Os anos de chumbo extirparam o pensamento objetivo crítico do planejamento e da arquitetura urbana no nosso país. Foi sufocado pelas teorias psicologizantes do percepcionismo espacial. Brasília que havia considerado as funções urbanas, mirando de soslaio as experiências havidas de gardencities, ciudad lineal e de planejamento park-way passou a ser configurada com as impropriedades impostas pelo capitalismo financeiro. Hoje a coisificação e a decorrente comercialização assola a arquitetura. Os arquitetos acomodam-se sobremodo em esperar encomendas negligenciando a responsabilidade de formar a consciência arquitetônica da sociedade brasileira. 
Afirmar a soberania do Brasil é mais do que atual. É contribuir para o fortalecimento de nossa autoconsciência no conserto internacional e inter-nacionalista de uma nova ordem mundial. 

Como arquiteto Oscar Niemeyer é campeão no questionamento da tirania euclidiana do ângulo reto e das linhas paralelas, elementos inexistentes na natureza. O concreto é o material mais moldável para adequar-nos à sua assimetria. Pode resultar grosseiro ou sutil. Niemeyer consegue com seu admirável domínio de escala, proporção e fluidez espacial resgatar o direito à paisagem integrando-se à mesma.

Oscar Niemeyer além de arquiteto é pós-pós-pós...graduado pela escola da vida. Em seu fulcro sua proposta tem o mérito de nos fazer pensar grande e não repetir e insistir nos equívocos que ameaçam uma das mais gloriosas experiências de ordenamento urbano do nosso tempo.  Se não faz casinhas para pobres é por reconhecer que a eliminação da pobreza exige interdisciplinaridade e interprofissionalidade com vontade política. Não basta ser arquiteto.   

* Frank A. E. Svensson
   Professor titular aposentado FAU UnB]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda sobre a praça da Soberania &#8230; *<br />
Agora algo mais bem pensado.<br />
Para quem não me conhece: fui arquiteto depois professor universitário e agora faço política dentro dos limites que me são impostos&#8230;<br />
Conheço Brasília de corpo presente desde 1959 com duas interrupções: durante oito anos participei como arquiteto da experiência de planejamento liderada por Celso Furtado; durante 16 anos, graças ao ato AI-5, o que me brindou o conhecimento in-loco de várias outras capitais deste e do outro lado da chamada cortina de ferro.</p>
<p>Lembro-me muito bem do alvoroço da opinião pública quanto ao edifício destinado ao Congresso Nacional. No Nordeste cansei de ver a coluna do Palácio da Alvorada e a imagem do Congresso reproduzida em fachadas nas favelas e em carrocerias de madeira de caminhões e mixtos. As pseudo-intelectuais elites, por sua vez, não conseguiam admitir algo tão modernista. Até Humberto Eco, aquele do Cravo e da Rosa, tão mencionado por orientadores de tese não libertos de mitos da metodologia, se meteu na briga.</p>
<p>Agora é a vez da Praça da Soberania.<br />
É bom lembrar antes que todo o ideário republicano do planejamento, deste país, de suas regiões e cidades serem objeto de um continuado planejamento, está sendo lançado na lixeira da História. Hoje o Ministério do Planejamento não passa de um grande escritório de contabilidade. Planejar é subverter a ordem capitalista. Hoje quem planeja Brasília são os comerciantes. Planejam e se elegem&#8230;</p>
<p>Brasília fez parte de um grande projeto do governo Vargas de construção de novas cidades dentro do qual Brasília a exemplo de Versalhes, São Petersburgo, Washington e outras seria uma City, uma sede de Governo com a centralidade compatível à mesma. A centralidade do Plano Piloto de Brasília decorre do cruzamento de dois eixos principais dividindo por sua vez áreas de serviços, comércio, lazer e cultura.</p>
<p>Reconheço que o Plano de Lúcio Costa foi o que de melhor se fez neste país em matéria de planejamento do imprevisível.  Outro aspecto a considerar é que gosto e conhecimento são áreas imbricadas. O conhecimento muda o gosto. Hoje se defende a paisagem da Esplanada como ela é por força do conhecimento de sua história.  Faz parte do imaginário coletivo o receio do desconhecido.<br />
Em matéria de cultura o chamamento da centralidade de Brasília começou a ser satisfeita com a construção do Teatro Nacional e de um Hall de exposições não ativado e entregue por longo tempo ao Turing Clube de Brasília. No Conjunto Nacional e no Conique vários cinemas e o Teatro Dulcina. Depois se construiu o Circo Circular e agora a proposta de Oscar Niemeyer para a Praça da Soberania&#8230; Tudo próximo da Estação Rodoviária e hoje de Metrô permitindo fácil acesso a uma verdadeira praça também da cultura .<br />
Os anos de chumbo extirparam o pensamento objetivo crítico do planejamento e da arquitetura urbana no nosso país. Foi sufocado pelas teorias psicologizantes do percepcionismo espacial. Brasília que havia considerado as funções urbanas, mirando de soslaio as experiências havidas de gardencities, ciudad lineal e de planejamento park-way passou a ser configurada com as impropriedades impostas pelo capitalismo financeiro. Hoje a coisificação e a decorrente comercialização assola a arquitetura. Os arquitetos acomodam-se sobremodo em esperar encomendas negligenciando a responsabilidade de formar a consciência arquitetônica da sociedade brasileira.<br />
Afirmar a soberania do Brasil é mais do que atual. É contribuir para o fortalecimento de nossa autoconsciência no conserto internacional e inter-nacionalista de uma nova ordem mundial. </p>
<p>Como arquiteto Oscar Niemeyer é campeão no questionamento da tirania euclidiana do ângulo reto e das linhas paralelas, elementos inexistentes na natureza. O concreto é o material mais moldável para adequar-nos à sua assimetria. Pode resultar grosseiro ou sutil. Niemeyer consegue com seu admirável domínio de escala, proporção e fluidez espacial resgatar o direito à paisagem integrando-se à mesma.</p>
<p>Oscar Niemeyer além de arquiteto é pós-pós-pós&#8230;graduado pela escola da vida. Em seu fulcro sua proposta tem o mérito de nos fazer pensar grande e não repetir e insistir nos equívocos que ameaçam uma das mais gloriosas experiências de ordenamento urbano do nosso tempo.  Se não faz casinhas para pobres é por reconhecer que a eliminação da pobreza exige interdisciplinaridade e interprofissionalidade com vontade política. Não basta ser arquiteto.   </p>
<p>* Frank A. E. Svensson<br />
   Professor titular aposentado FAU UnB</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo Pierrotti Rossetti</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-200</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Pierrotti Rossetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 15:49:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-200</guid>
		<description><![CDATA[O gênio na berlinda
ou, sobre o “dono da bola” e o campo

Hoje, dia 30 de janeiro, faz exatos 20 dias que o Correio Braziliense publicou em sua edição de sábado, 10 de janeiro, uma reportagem sobre um novo projeto do arquiteto Oscar Niemeyer para a Esplanda dos Ministérios de Brasília. Faz também quase 20 dias que uma movimentação de arquitetos, professores universitários, políticos, jornalistas,  motoristas de táxi, ascensoristas, diplomatas, representantes de entidades de classe, conselhos urbanos, órgãos de preservação, além do próprio Ministério Público e de pioneiros candangos, estão discutindo acaloradamente a proposta, sua escala, seus custos, seus méritos e deméritos e até mesmo sua legalidade. Não é o valor ou a dimensão pessoal de Oscar Niemeyer que estão em discussão, não é este o foco! 

Uma cidade que convive em seu dia-a-dia com as obras de Oscar Niemeyer nos espaços urbanos de Lucio Costa está exercitando sua cidadania, deixando seu mito de origem em sua própria trajetória histórica. O que entrou em pauta foi um debate que extrapolou, rapidamente, o que poderia ter sido apenas uma refrega nas trincheiras acadêmicas do campo arquitetônico. Um artigo de Sylvia Ficher, publicado no dia 12 no site www.mdc.arq.br, ganhou visibilidade graças à coluna do jornalista Elio Gaspari na Folha de São Paulo, logo no dia 15, alcançando a grande imprensa e repercutindo em diversas matérias jornalísticas. Ainda que com observações e avaliações de toda ordem, o foco da discussão nas mais diversas instâncias do debate tem sido a manutenção das qualidades espaciais e simbólicas da escala monumental de Brasília, o respeito às legislações urbanísticas e patrimoniais vigentes, além de indiretamente, fazer aflorar a questão da rotina impreterível de concursos públicos para obras arquitetônicas. 

É tudo isso que, difusamente, tornou-se um problema para a cidade, comprovando o interesse daqueles que nela habitam, convivendo com as arquiteturas excepcionais que Oscar Niemeyer, original e magistralmente, articulou com o Plano Piloto de Lucio Costa, aliás e sobretudo, na escala monumental!

O transcurso, a força e o alcance de uma discussão tão cotidiana sobre a própria cidade —desde as páginas de jornais e revistas, passando pelas imagens de TV e pela ágil conexão dos meios digitais— demonstra cabalmente que Brasília já não quer e nem pode ser o canteiro preferencial de experimentação de um único arquiteto, ainda que este seja genial, aguerrido e longevo como só Oscar Niemeyer consegue ser. Ele permanece o “dono da bola”, mas talvez não seja mais o vetor exclusivo, o único grande articulador de um campo de conhecimento —o da arquitetura!— cuja legitimidade em larga medida foi por ele instaurada e que agora, tornando-se objeto de embates públicos e de interesse popular, dá provas de sua saudável existência.

Eduardo Pierrotti Rossetti, arquiteto, doutor em arquitetura e urbanismo, pesquisador-pleno e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O gênio na berlinda<br />
ou, sobre o “dono da bola” e o campo</p>
<p>Hoje, dia 30 de janeiro, faz exatos 20 dias que o Correio Braziliense publicou em sua edição de sábado, 10 de janeiro, uma reportagem sobre um novo projeto do arquiteto Oscar Niemeyer para a Esplanda dos Ministérios de Brasília. Faz também quase 20 dias que uma movimentação de arquitetos, professores universitários, políticos, jornalistas,  motoristas de táxi, ascensoristas, diplomatas, representantes de entidades de classe, conselhos urbanos, órgãos de preservação, além do próprio Ministério Público e de pioneiros candangos, estão discutindo acaloradamente a proposta, sua escala, seus custos, seus méritos e deméritos e até mesmo sua legalidade. Não é o valor ou a dimensão pessoal de Oscar Niemeyer que estão em discussão, não é este o foco! </p>
<p>Uma cidade que convive em seu dia-a-dia com as obras de Oscar Niemeyer nos espaços urbanos de Lucio Costa está exercitando sua cidadania, deixando seu mito de origem em sua própria trajetória histórica. O que entrou em pauta foi um debate que extrapolou, rapidamente, o que poderia ter sido apenas uma refrega nas trincheiras acadêmicas do campo arquitetônico. Um artigo de Sylvia Ficher, publicado no dia 12 no site <a href="http://www.mdc.arq.br" rel="nofollow">http://www.mdc.arq.br</a>, ganhou visibilidade graças à coluna do jornalista Elio Gaspari na Folha de São Paulo, logo no dia 15, alcançando a grande imprensa e repercutindo em diversas matérias jornalísticas. Ainda que com observações e avaliações de toda ordem, o foco da discussão nas mais diversas instâncias do debate tem sido a manutenção das qualidades espaciais e simbólicas da escala monumental de Brasília, o respeito às legislações urbanísticas e patrimoniais vigentes, além de indiretamente, fazer aflorar a questão da rotina impreterível de concursos públicos para obras arquitetônicas. </p>
<p>É tudo isso que, difusamente, tornou-se um problema para a cidade, comprovando o interesse daqueles que nela habitam, convivendo com as arquiteturas excepcionais que Oscar Niemeyer, original e magistralmente, articulou com o Plano Piloto de Lucio Costa, aliás e sobretudo, na escala monumental!</p>
<p>O transcurso, a força e o alcance de uma discussão tão cotidiana sobre a própria cidade —desde as páginas de jornais e revistas, passando pelas imagens de TV e pela ágil conexão dos meios digitais— demonstra cabalmente que Brasília já não quer e nem pode ser o canteiro preferencial de experimentação de um único arquiteto, ainda que este seja genial, aguerrido e longevo como só Oscar Niemeyer consegue ser. Ele permanece o “dono da bola”, mas talvez não seja mais o vetor exclusivo, o único grande articulador de um campo de conhecimento —o da arquitetura!— cuja legitimidade em larga medida foi por ele instaurada e que agora, tornando-se objeto de embates públicos e de interesse popular, dá provas de sua saudável existência.</p>
<p>Eduardo Pierrotti Rossetti, arquiteto, doutor em arquitetura e urbanismo, pesquisador-pleno e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Angel</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-197</link>
		<dc:creator><![CDATA[Angel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 15:07:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-197</guid>
		<description><![CDATA[Sylvia, parabéns.

Leia a reportagem Cementing the Future da Revista Time de 15 de dezembro de 2008 e veja a revolução que visionários já estão aplicando nas possibilidades do cimento. Cansei de espirrar ao andar naquele oceano de concreto encardido do velhote. 

Quase morri mofado ao passar pela garagem da PGR, cujo teto é coberto por todo o gramado, onde, para o meu espanto, existe uma árvore viva. 

Leiamos Architecture Now 5 de Phillips Jodidio e nos deliciemos com J Mayer H com a sua Dupli.Casa. 

Beijos!

:)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sylvia, parabéns.</p>
<p>Leia a reportagem Cementing the Future da Revista Time de 15 de dezembro de 2008 e veja a revolução que visionários já estão aplicando nas possibilidades do cimento. Cansei de espirrar ao andar naquele oceano de concreto encardido do velhote. </p>
<p>Quase morri mofado ao passar pela garagem da PGR, cujo teto é coberto por todo o gramado, onde, para o meu espanto, existe uma árvore viva. </p>
<p>Leiamos Architecture Now 5 de Phillips Jodidio e nos deliciemos com J Mayer H com a sua Dupli.Casa. </p>
<p>Beijos!</p>
<p>:)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Menezes</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-194</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Menezes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 14:38:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-194</guid>
		<description><![CDATA[A grande questão entorno da construção ou não da Praça da Soberania entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Congresso Nacional, é a necessidade de termos que repensar o Plano Piloto. Escrevi nos meus comentários para este jornal, que em vez dessa praça, Brasília tem a necessidade de espaços mais humanos, de espaços em escala humana e não monumental pois, esta escala já está bem representada no seu devido eixo. Depois refletindo pensei também em quem frequenta a rodoviária e quem frequenta aquele verde quando tem show do zezé de camargo e luciano e do calypso e até passa o ano novo por não ter pra onde ir. Enfim, será que a população que frequenta ali não iria gostar? Eu frequento aquele local, principalmente para ir a Biblioteca Nacional de Brasília, que muitos criticam mas quando você entra lá acredita até que o Brasil está dando certo. Particulamente, imaginando como ficaria a Praça da Soberania ali, acho que ficaria bem estranho, sem harmonia com o seu entorno. O Museu Nacional também já é bem estranho. Agora também é importante interpretarmos o que o Niemeyer quer dizer com isso. Que simbolismo aquele obelisco representa. Pensem comigo. Um obelisco inclinado em direção ao Congresso Nacional competindo com este no sentido arquitetônico e paisagístico, não seria o Niemeyer querendo colocar o povo a altura do Congresso? Como que desafiando o Congresso a cumprir com com suas obrigações com o povo?. Na minha interpretação Niemyer quer colocar o povo a altura do Congresso pois até então o Congresso é a estrutura mais importante daquele conjunto arquitetônico e urbanístico - a esplanada. Essa praça, na minha leiga opinião pois, não sou arquiteto de formação mas gosto de ler sobre o assunto, simboliza o questionamento de Niemeyer ao Plano Piloto de Brasília. Será que não tenhamos que repensar o Plano Piloto? As leis que regem o seu tombamento? Será que não é hora de adptar o Plano de Piloto à metrópole? Sim porquê o Plano Piloto como o próprio nome diz, é um Plano de cunho Piloto ou seja, a partir dele, das diretrizes do Relatório do Lúcio Costa, a cidade se desenvolve mas não significa que tenhamos que seguir a risca esse Plano. Passado 50 anos desde a sua inauguração o Plano Piloto agora precisa ser revisado e se adequar à metrópole que Brasília se transformou. Pra mim a discussão dessa praça representa isso. É o Niemeyer desafiando aqueles que querem um Plano Piloto isolado no contexto metropolitano, isolado como um grande condomínio fechado de 200 mil habitantes, porém dentro de uma cidade com quase 3 milhões de pessoas.

Sabemos que fica cada dia mais difícil transitar entre o Plano Piloto e as ditas &quot;cidades-satélites&quot; onde as horas de pico cada vez mais se extendem. É óbivio que isso vai piorar. A conexão do Plano com as &quot;satélites&quot; é limitada demais. Um grande cinturão &quot;verde&quot; circunra o Plano. Isso tudo em parte devido as leis de zoneamento que o tombamento propõe. Por quê não integrar mais a Brasília Tombada com a Brasília Metrópole? Adensando um pouco mais as vias que as interligam, criando espaços contínuos de integração entre essas duas Brasílias.

Essa praça saindo ou não do papel representa o questionamento de Nimemeyer quanto ao Plano Piloto de Brasília hoje, e tenho certeza que é o questionamento também de muitos brasilienses e moradores dessa cidade que querem espaços mais humanos em escala humana para as pessoas de diferentes classes sociais interagirem.

 

André Paiva Menezes

Geógrafo e Mestrando em Gestão Ambiental e Territorial - UnB]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A grande questão entorno da construção ou não da Praça da Soberania entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Congresso Nacional, é a necessidade de termos que repensar o Plano Piloto. Escrevi nos meus comentários para este jornal, que em vez dessa praça, Brasília tem a necessidade de espaços mais humanos, de espaços em escala humana e não monumental pois, esta escala já está bem representada no seu devido eixo. Depois refletindo pensei também em quem frequenta a rodoviária e quem frequenta aquele verde quando tem show do zezé de camargo e luciano e do calypso e até passa o ano novo por não ter pra onde ir. Enfim, será que a população que frequenta ali não iria gostar? Eu frequento aquele local, principalmente para ir a Biblioteca Nacional de Brasília, que muitos criticam mas quando você entra lá acredita até que o Brasil está dando certo. Particulamente, imaginando como ficaria a Praça da Soberania ali, acho que ficaria bem estranho, sem harmonia com o seu entorno. O Museu Nacional também já é bem estranho. Agora também é importante interpretarmos o que o Niemeyer quer dizer com isso. Que simbolismo aquele obelisco representa. Pensem comigo. Um obelisco inclinado em direção ao Congresso Nacional competindo com este no sentido arquitetônico e paisagístico, não seria o Niemeyer querendo colocar o povo a altura do Congresso? Como que desafiando o Congresso a cumprir com com suas obrigações com o povo?. Na minha interpretação Niemyer quer colocar o povo a altura do Congresso pois até então o Congresso é a estrutura mais importante daquele conjunto arquitetônico e urbanístico &#8211; a esplanada. Essa praça, na minha leiga opinião pois, não sou arquiteto de formação mas gosto de ler sobre o assunto, simboliza o questionamento de Niemeyer ao Plano Piloto de Brasília. Será que não tenhamos que repensar o Plano Piloto? As leis que regem o seu tombamento? Será que não é hora de adptar o Plano de Piloto à metrópole? Sim porquê o Plano Piloto como o próprio nome diz, é um Plano de cunho Piloto ou seja, a partir dele, das diretrizes do Relatório do Lúcio Costa, a cidade se desenvolve mas não significa que tenhamos que seguir a risca esse Plano. Passado 50 anos desde a sua inauguração o Plano Piloto agora precisa ser revisado e se adequar à metrópole que Brasília se transformou. Pra mim a discussão dessa praça representa isso. É o Niemeyer desafiando aqueles que querem um Plano Piloto isolado no contexto metropolitano, isolado como um grande condomínio fechado de 200 mil habitantes, porém dentro de uma cidade com quase 3 milhões de pessoas.</p>
<p>Sabemos que fica cada dia mais difícil transitar entre o Plano Piloto e as ditas &#8220;cidades-satélites&#8221; onde as horas de pico cada vez mais se extendem. É óbivio que isso vai piorar. A conexão do Plano com as &#8220;satélites&#8221; é limitada demais. Um grande cinturão &#8220;verde&#8221; circunra o Plano. Isso tudo em parte devido as leis de zoneamento que o tombamento propõe. Por quê não integrar mais a Brasília Tombada com a Brasília Metrópole? Adensando um pouco mais as vias que as interligam, criando espaços contínuos de integração entre essas duas Brasílias.</p>
<p>Essa praça saindo ou não do papel representa o questionamento de Nimemeyer quanto ao Plano Piloto de Brasília hoje, e tenho certeza que é o questionamento também de muitos brasilienses e moradores dessa cidade que querem espaços mais humanos em escala humana para as pessoas de diferentes classes sociais interagirem.</p>
<p>André Paiva Menezes</p>
<p>Geógrafo e Mestrando em Gestão Ambiental e Territorial &#8211; UnB</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jornalista Mhário Lincoln</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-187</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jornalista Mhário Lincoln]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 19:55:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-187</guid>
		<description><![CDATA[Caríssima Sylvia.
Edito um Portal chamado Mhário Lincoln do Brasil (www.mhariolincoln.jor.br) e nele há uma seção chamada FALA POVO. Hoje (nessa seção) pela manhã em minha caixa postal haviam, 15 e-mails solicitando a reprodução de uma matéria sua divulgada na imprensa nacional sobre a praça da Soberania.
Li e gostei imensamente. Tomei a liberdade de republicar com todos os créditos legais.
Até o final deste mês estaremos colocando no ar (após quase 4 anos no ar e mais de 1 milhão de hits-google analytics-),  o Novo Portal MLB. Caso você aceite, de antemão, já a convido oficialmente (de forma espontânea como inúmeros outros colaboradores) para integrar essa nova fase da imprensa interativa brasileira, enviando textos semanais sobre o assunto que se lhe parecer importante.
Atenciosamente,
Mhário Lincoln.
Aguardo suas considerações.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssima Sylvia.<br />
Edito um Portal chamado Mhário Lincoln do Brasil (www.mhariolincoln.jor.br) e nele há uma seção chamada FALA POVO. Hoje (nessa seção) pela manhã em minha caixa postal haviam, 15 e-mails solicitando a reprodução de uma matéria sua divulgada na imprensa nacional sobre a praça da Soberania.<br />
Li e gostei imensamente. Tomei a liberdade de republicar com todos os créditos legais.<br />
Até o final deste mês estaremos colocando no ar (após quase 4 anos no ar e mais de 1 milhão de hits-google analytics-),  o Novo Portal MLB. Caso você aceite, de antemão, já a convido oficialmente (de forma espontânea como inúmeros outros colaboradores) para integrar essa nova fase da imprensa interativa brasileira, enviando textos semanais sobre o assunto que se lhe parecer importante.<br />
Atenciosamente,<br />
Mhário Lincoln.<br />
Aguardo suas considerações.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Madson</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-185</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Madson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 18:51:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-185</guid>
		<description><![CDATA[Com a recente manifestação do Governador de Brasília em prol do engavetamento do projeto da Praça da Soberania (ou do Espanto!!), em virtude da cidade ter outras prioridades (DF TV 12h32 de 28/01), há de se reconhecer a decisiva participação da FAU/UnB nesse episódio. Não só com a profª Sylvia Ficher, que provocou esse debate, mas também, com os demais professores que se manifestaram sobre o tema – aliás, com ótimas contribuições - e não se furtaram a debater um assunto politicamente tão delicado, mas de fundamental importância para o fortalecimento da cidadania e afirmação da soberania de Brasília.
Essa observação se faz necessária para que se ajude a dissipar a imagem que se busca impingir à universidade pública, de ser apenas devoradora de recursos e alienada da vida citadina.
A soberania, como se vê, prescinde de tamanho monumento para se manifestar e ser celebrada.
Carlos Madson]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com a recente manifestação do Governador de Brasília em prol do engavetamento do projeto da Praça da Soberania (ou do Espanto!!), em virtude da cidade ter outras prioridades (DF TV 12h32 de 28/01), há de se reconhecer a decisiva participação da FAU/UnB nesse episódio. Não só com a profª Sylvia Ficher, que provocou esse debate, mas também, com os demais professores que se manifestaram sobre o tema – aliás, com ótimas contribuições &#8211; e não se furtaram a debater um assunto politicamente tão delicado, mas de fundamental importância para o fortalecimento da cidadania e afirmação da soberania de Brasília.<br />
Essa observação se faz necessária para que se ajude a dissipar a imagem que se busca impingir à universidade pública, de ser apenas devoradora de recursos e alienada da vida citadina.<br />
A soberania, como se vê, prescinde de tamanho monumento para se manifestar e ser celebrada.<br />
Carlos Madson</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Menezes</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-181</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Menezes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 14:51:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-181</guid>
		<description><![CDATA[Acho que o uso desse espaço deve ser decidido também por aqueles que realmente o frequentam e o utilizam. Quem se despede psicologicamente da esplanada todos os dias (de ônibus) é o povão.

Concordo com a posição da senhora sobre o projeto e achei muito boas as suas colocações. Não discordo do projeto em si, mas a sua localização e seus impactos na paisagem urbana urbana de Brasília.

Agora é verdade que quem frequenta aquele espaço mesmo é o povão, que vai nos shows do zezé de camargo e luciano, do calypso... que frequenta as atividades que tem lá..que passa o ano novo até!!!

A população que se despede todo dia da esplanada de ônibus (psicologicamente) também tem que ter peso nessa decisão

Sou contra a localização do projeto, mas favor de algum tipo de consulta popular.

Os espaços são mais importantes para quem os frequenta e pra quem os utiliza do que para aqueles que apenas os veneram e os apreciam]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o uso desse espaço deve ser decidido também por aqueles que realmente o frequentam e o utilizam. Quem se despede psicologicamente da esplanada todos os dias (de ônibus) é o povão.</p>
<p>Concordo com a posição da senhora sobre o projeto e achei muito boas as suas colocações. Não discordo do projeto em si, mas a sua localização e seus impactos na paisagem urbana urbana de Brasília.</p>
<p>Agora é verdade que quem frequenta aquele espaço mesmo é o povão, que vai nos shows do zezé de camargo e luciano, do calypso&#8230; que frequenta as atividades que tem lá..que passa o ano novo até!!!</p>
<p>A população que se despede todo dia da esplanada de ônibus (psicologicamente) também tem que ter peso nessa decisão</p>
<p>Sou contra a localização do projeto, mas favor de algum tipo de consulta popular.</p>
<p>Os espaços são mais importantes para quem os frequenta e pra quem os utiliza do que para aqueles que apenas os veneram e os apreciam</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Murilo Murça</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-180</link>
		<dc:creator><![CDATA[Murilo Murça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 12:21:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-180</guid>
		<description><![CDATA[Sylvia, você acabou liderando a reação. Parabéns. Segue minha opinião
Murilo Murça


Faraó embalsamado 

Funcionários públicos cujas ações podem afetar gravemente a vida de terceiros são aposentados compulsoriamente aos 70 anos. É o caso dos ministros e juízes, de médicos como o Dr. Adib Jatene e tantos outros. O mesmo princípio deve ser aplicado ao senhor Oscar Niemeyer, que já deveria ter parado de projetar para o serviço público há mais de 30 anos, pois sua arquitetura está obsoleta e inconsequente como sempre. Inovadora nas formas não quer dizer arquitetura de boa qualidade.
O Faraó Oscar está definitivamente fora de moda. Só falta ser embalsamado para virar múmia e ser obrigado a ir para um dos inúmeros sarcófagos que projetou para Brasília, condenado por crimes contra os trabalhadores e contra o meio-ambiente.
Com amplos espaços, fantástica luminosidade e aeração constante pelos ventos, Brasília está gritando a insanidade arquitetônica criminosa do FaraÓscar. Exemplos não faltam. Ele enterrou um prédio de 750 metros, o “minhocão” da Universidade de Brasília e ainda projetou uma “rua de serviços” no meio. Ou seja. Além de fazer com que salas, laboratórios e anfiteatros fiquem sem luz e aeração naturais, fiquem também expostos os seus ocupantes à poluição dos motores.
Mas seu Oscar é espertinho. Assim como não mora nem trabalha em construções por ele mesmo projetadas, quando dava aulas na UnB preferia a velha FAU, de concepção moderna mas mais modesta, extremamente agradável com todas as salas dotadas de jardim de inverno, farta ventilação e paredes integralmente abertas à luz solar. Mas construção barata, que remunera mais modestamente os arquitetos projetistas.
O prédio do Congresso é outra aberração do gênero, com dois terços de sua área semi-enterrados. A catedral, de belíssima concepção, é absolutamente insuportável quando há sol. Vira um forno. Mesmo defeito do Palácio da Alvorada. Este, junto com o do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, projetos datados, com estilo que poderia ser, de forma delicada, definido como kirtsh*.
E não se diga que somente as obras mais antigas do FaraÓscar é que são assim. O Superior Tribunal de Justiça, outro exemplo gritante de falta de racionalidade e de sustentabilidade, onde foram construídos sarcófagos sem nenhuma ventilação ou iluminação, com a agravante: cheio de carpetes, paraíso dos ácaros, vasta área insalubre favorecendo as doenças respiratórias e as alergias. E, para os que não sabem, há ali uma cidade enterrada, onde trabalham centenas e centenas de pessoas, partilhando os gases da garagem.
Os trabalhadores de Brasília, especialmente os funcionários ou prestadores de serviços para o serviço público federal, deveriam protestar contra a ditadura do seu Oscar que nos massacra e nos obriga a trabalhar em locais insalubres, sem nenhuma janela, sem podermos olhar o mais fantástico céu do Brasil. Lembram da música do Caetano sobre o céu de Brasília?
O mesmo céu refletido no envidraçado prédio da Procuradoria Geral da República, responsável pela morte de dezenas de pássaros diariamente. Eles – andorinhas, sabiás, pardais, pombos, pica-paus...- não sabem, não percebem que têm pela frente uma obra oscariana e se chocam com as vidraças espelhadas. Toda manhã, são recolhidos os cadáveres penados.
As edificações de Niemeyer são as que mais consomem energia, que já foi farta e barata e hoje não é mais. Enquanto Lelé Filgueiras economiza até 70% de energia, Oscar é o próprio desperdício de energia e material.
O senhor Oscar Niemeyer também tem que deixar de dar palpite sobre o trânsito ou sobre qualquer outra coisa em Brasília. Se ele e Lúcio Costa tivessem se preocupado em dotar a cidade de um eficiente sistema de transporte coletivo, não seria sequer cogitada a necessidade de se colocar uma mureta para salvar vidas no Eixão. Como não é criação dele, o Oscar é contra a sugerida mureta.
É preciso, ainda, contestar a constitucionalidade do privilégio de que ele e somente ele pode projetar na chamada área monumental. E continuar aplicando, ali, a estética totalitária que o tem caracterizado ultimamente, junto com sua tentativa de reabilitar Stalin, apoiador do estilo.
Quando vão dizer que o rei está nu e o FaraÓscar insano?! 

Kitsch - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre: Objetos de gosto discutível, pela ótica da arte moderna, por vezes chamada de Kitsch. O kitsch é um termo de origem alemã (verkitschen) que é usado para categorizar objetos de valor estético distorcidos e/ou exagerados, que são considerados inferiores à sua cópia existente. São freqüentemente associados à predileção do gosto mediano e pela pretensão de, fazendo uso de estereótipos e chavões que não são autênticos, tomar para si valores de uma tradição cultural privilegiada. Eventualmente objetos considerados kitsch são também apelidados de brega no Brasil. A produção Kitsch surge para suprir a demanda de uma classe média em ascensão, que não conseguia entender e aceitar a arte de vanguarda, com suas propostas inovadoras, mas desejava participar do &quot;universo da arte”. Esta parte da população não teve a sensibilidade artística educada e, portanto, não desenvolveu o gosto, mas queria parecer culta e apreciadora da arte, porque isto lhe conferia status social.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sylvia, você acabou liderando a reação. Parabéns. Segue minha opinião<br />
Murilo Murça</p>
<p>Faraó embalsamado </p>
<p>Funcionários públicos cujas ações podem afetar gravemente a vida de terceiros são aposentados compulsoriamente aos 70 anos. É o caso dos ministros e juízes, de médicos como o Dr. Adib Jatene e tantos outros. O mesmo princípio deve ser aplicado ao senhor Oscar Niemeyer, que já deveria ter parado de projetar para o serviço público há mais de 30 anos, pois sua arquitetura está obsoleta e inconsequente como sempre. Inovadora nas formas não quer dizer arquitetura de boa qualidade.<br />
O Faraó Oscar está definitivamente fora de moda. Só falta ser embalsamado para virar múmia e ser obrigado a ir para um dos inúmeros sarcófagos que projetou para Brasília, condenado por crimes contra os trabalhadores e contra o meio-ambiente.<br />
Com amplos espaços, fantástica luminosidade e aeração constante pelos ventos, Brasília está gritando a insanidade arquitetônica criminosa do FaraÓscar. Exemplos não faltam. Ele enterrou um prédio de 750 metros, o “minhocão” da Universidade de Brasília e ainda projetou uma “rua de serviços” no meio. Ou seja. Além de fazer com que salas, laboratórios e anfiteatros fiquem sem luz e aeração naturais, fiquem também expostos os seus ocupantes à poluição dos motores.<br />
Mas seu Oscar é espertinho. Assim como não mora nem trabalha em construções por ele mesmo projetadas, quando dava aulas na UnB preferia a velha FAU, de concepção moderna mas mais modesta, extremamente agradável com todas as salas dotadas de jardim de inverno, farta ventilação e paredes integralmente abertas à luz solar. Mas construção barata, que remunera mais modestamente os arquitetos projetistas.<br />
O prédio do Congresso é outra aberração do gênero, com dois terços de sua área semi-enterrados. A catedral, de belíssima concepção, é absolutamente insuportável quando há sol. Vira um forno. Mesmo defeito do Palácio da Alvorada. Este, junto com o do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, projetos datados, com estilo que poderia ser, de forma delicada, definido como kirtsh*.<br />
E não se diga que somente as obras mais antigas do FaraÓscar é que são assim. O Superior Tribunal de Justiça, outro exemplo gritante de falta de racionalidade e de sustentabilidade, onde foram construídos sarcófagos sem nenhuma ventilação ou iluminação, com a agravante: cheio de carpetes, paraíso dos ácaros, vasta área insalubre favorecendo as doenças respiratórias e as alergias. E, para os que não sabem, há ali uma cidade enterrada, onde trabalham centenas e centenas de pessoas, partilhando os gases da garagem.<br />
Os trabalhadores de Brasília, especialmente os funcionários ou prestadores de serviços para o serviço público federal, deveriam protestar contra a ditadura do seu Oscar que nos massacra e nos obriga a trabalhar em locais insalubres, sem nenhuma janela, sem podermos olhar o mais fantástico céu do Brasil. Lembram da música do Caetano sobre o céu de Brasília?<br />
O mesmo céu refletido no envidraçado prédio da Procuradoria Geral da República, responsável pela morte de dezenas de pássaros diariamente. Eles – andorinhas, sabiás, pardais, pombos, pica-paus&#8230;- não sabem, não percebem que têm pela frente uma obra oscariana e se chocam com as vidraças espelhadas. Toda manhã, são recolhidos os cadáveres penados.<br />
As edificações de Niemeyer são as que mais consomem energia, que já foi farta e barata e hoje não é mais. Enquanto Lelé Filgueiras economiza até 70% de energia, Oscar é o próprio desperdício de energia e material.<br />
O senhor Oscar Niemeyer também tem que deixar de dar palpite sobre o trânsito ou sobre qualquer outra coisa em Brasília. Se ele e Lúcio Costa tivessem se preocupado em dotar a cidade de um eficiente sistema de transporte coletivo, não seria sequer cogitada a necessidade de se colocar uma mureta para salvar vidas no Eixão. Como não é criação dele, o Oscar é contra a sugerida mureta.<br />
É preciso, ainda, contestar a constitucionalidade do privilégio de que ele e somente ele pode projetar na chamada área monumental. E continuar aplicando, ali, a estética totalitária que o tem caracterizado ultimamente, junto com sua tentativa de reabilitar Stalin, apoiador do estilo.<br />
Quando vão dizer que o rei está nu e o FaraÓscar insano?! </p>
<p>Kitsch &#8211; Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre: Objetos de gosto discutível, pela ótica da arte moderna, por vezes chamada de Kitsch. O kitsch é um termo de origem alemã (verkitschen) que é usado para categorizar objetos de valor estético distorcidos e/ou exagerados, que são considerados inferiores à sua cópia existente. São freqüentemente associados à predileção do gosto mediano e pela pretensão de, fazendo uso de estereótipos e chavões que não são autênticos, tomar para si valores de uma tradição cultural privilegiada. Eventualmente objetos considerados kitsch são também apelidados de brega no Brasil. A produção Kitsch surge para suprir a demanda de uma classe média em ascensão, que não conseguia entender e aceitar a arte de vanguarda, com suas propostas inovadoras, mas desejava participar do &#8220;universo da arte”. Esta parte da população não teve a sensibilidade artística educada e, portanto, não desenvolveu o gosto, mas queria parecer culta e apreciadora da arte, porque isto lhe conferia status social.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: De obeliscos e espetos &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-176</link>
		<dc:creator><![CDATA[De obeliscos e espetos &#171; mdc . revista de arquitetura e urbanismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 02:08:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-176</guid>
		<description><![CDATA[[...] Sylvia. Oscar Niemeyer e Brasília: criador versus criatura. Disponível em: &lt;http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/&gt;. Acesso em: [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Sylvia. Oscar Niemeyer e Brasília: criador versus criatura. Disponível em: &lt;<a href="http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/&gt;" rel="nofollow">http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/&gt;</a>. Acesso em: [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cleudivan</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-175</link>
		<dc:creator><![CDATA[Cleudivan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 21:39:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-175</guid>
		<description><![CDATA[Olá,
parabéns à iniciativa, professora.
De mim, contando que metade da idade da cidade que amo foi marcado por um período triste e sombrio de nossa democracia, não vejo muito sentido em homenagear nossos ex-presidentes. Graças a Deus que se foram. Mas nada de &quot;apontar&quot; para o céu diante desta parte da história.
Abraços!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,<br />
parabéns à iniciativa, professora.<br />
De mim, contando que metade da idade da cidade que amo foi marcado por um período triste e sombrio de nossa democracia, não vejo muito sentido em homenagear nossos ex-presidentes. Graças a Deus que se foram. Mas nada de &#8220;apontar&#8221; para o céu diante desta parte da história.<br />
Abraços!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cássio Monteiro</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-172</link>
		<dc:creator><![CDATA[Cássio Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 14:00:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-172</guid>
		<description><![CDATA[Bom dia Sylvia (cuja grafia de herança freirinana co mum pezinho na cozinha segundo FHC seria Silvia não?), pois bem sem desenrolo ou contraditos vamos ao dito.
O entendimento da forma e fascínio que através do domínio da escala Niemayer nos revela vai muito além, vivencie seus espaços e se desarme dos conceitos SUSTENTAVEIS DA MODA, oriente-se no vazio e sinta-se despido em meio às praças sem arvores (Le mexe com sua percepção).
Ora, não é somente ver, não é somente se embasar em anos de uma história (que ha muito tempo não revela outro assunto fora Niemayer, diga-se de passagem) e taxar suas obras de absurdas.
Será que o H ou as TIGELAS sofreram a mesma crítica? Mudou o tempo, mudou um país seu uma cidade, a partir do nada.
O LUGAR Niemayeriano é coerente e original devoremos Niemayer porque ele digeriu Jeanneret e funcionou ou não? (pelo que sei não são emergentes que solicitam seus projetos). O que esperam um ninho de pássaro em meio à esplanada ou a agressão da forma em uma imagem DESCONTRUPEDAÇADA?
Convenhamos, vivenciem a obra de Niemayer e parem de imaginar coisas sem sentido, o chifre de unicórnio talvez seja o H de Juscelino ou a torre no meio do nada quem sabe até uma ponte com cara de gaivota? Talvez seja um levante popular afinal aos pobres em Brasília só foi legado o seu lugar de origem DEBAIXO DA PONTE ou RODOVIÁRIA.

Enquanto discurso é muito simples questionar, enquanto forma reinvente, pois até hoje pelo que vejo ninguém reinventou nada no Brasil.

Cássio A. Monteiro

Ora, não é somente ver, não é somente se embasar em anos de uma história (que ha muito tempo não revela outro assunto fora Niemayer diga-se de passagem)e taxar suas obras de absurdas.
Será que o H ou as TIGELAS sofreram a mesma crítica ? Mudou o tempo, mudou um país criu-se uma cidade, apartir do nada.
O LUGAR Niemayeriano é coerente e original devoremos Niemayer porque ele digeriu Jeanneret e funcionou ou não ? (pelo que sei não são emergentes que solicitam seus projetos). O que esperam um ninho de passaro em meio a esplanada ou a agressão da forma em uma imagem DESCONTRUPEDAÇADA?
Convenhamos, vivenciem a obra de Niemayer e parem de imaginar coisas sem sentido, o chifre de unicornio talves seja o H de Jucelino ou a torre no meio do nada quem sabe até uma ponte com cara de gaivota? talves seja um levante popular afinal aos pobres em brasília só foi legado o seu lugar de origem DEBAIXO DA PONTE ou RODOVIÁRIA.

Enquanto discurso é muito simples questionar, enquanto forma reinventem pois até hoje pelo que vejo ninguem reinventou nada no Brasil.

Cássio A. Monteiro]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia Sylvia (cuja grafia de herança freirinana co mum pezinho na cozinha segundo FHC seria Silvia não?), pois bem sem desenrolo ou contraditos vamos ao dito.<br />
O entendimento da forma e fascínio que através do domínio da escala Niemayer nos revela vai muito além, vivencie seus espaços e se desarme dos conceitos SUSTENTAVEIS DA MODA, oriente-se no vazio e sinta-se despido em meio às praças sem arvores (Le mexe com sua percepção).<br />
Ora, não é somente ver, não é somente se embasar em anos de uma história (que ha muito tempo não revela outro assunto fora Niemayer, diga-se de passagem) e taxar suas obras de absurdas.<br />
Será que o H ou as TIGELAS sofreram a mesma crítica? Mudou o tempo, mudou um país seu uma cidade, a partir do nada.<br />
O LUGAR Niemayeriano é coerente e original devoremos Niemayer porque ele digeriu Jeanneret e funcionou ou não? (pelo que sei não são emergentes que solicitam seus projetos). O que esperam um ninho de pássaro em meio à esplanada ou a agressão da forma em uma imagem DESCONTRUPEDAÇADA?<br />
Convenhamos, vivenciem a obra de Niemayer e parem de imaginar coisas sem sentido, o chifre de unicórnio talvez seja o H de Juscelino ou a torre no meio do nada quem sabe até uma ponte com cara de gaivota? Talvez seja um levante popular afinal aos pobres em Brasília só foi legado o seu lugar de origem DEBAIXO DA PONTE ou RODOVIÁRIA.</p>
<p>Enquanto discurso é muito simples questionar, enquanto forma reinvente, pois até hoje pelo que vejo ninguém reinventou nada no Brasil.</p>
<p>Cássio A. Monteiro</p>
<p>Ora, não é somente ver, não é somente se embasar em anos de uma história (que ha muito tempo não revela outro assunto fora Niemayer diga-se de passagem)e taxar suas obras de absurdas.<br />
Será que o H ou as TIGELAS sofreram a mesma crítica ? Mudou o tempo, mudou um país criu-se uma cidade, apartir do nada.<br />
O LUGAR Niemayeriano é coerente e original devoremos Niemayer porque ele digeriu Jeanneret e funcionou ou não ? (pelo que sei não são emergentes que solicitam seus projetos). O que esperam um ninho de passaro em meio a esplanada ou a agressão da forma em uma imagem DESCONTRUPEDAÇADA?<br />
Convenhamos, vivenciem a obra de Niemayer e parem de imaginar coisas sem sentido, o chifre de unicornio talves seja o H de Jucelino ou a torre no meio do nada quem sabe até uma ponte com cara de gaivota? talves seja um levante popular afinal aos pobres em brasília só foi legado o seu lugar de origem DEBAIXO DA PONTE ou RODOVIÁRIA.</p>
<p>Enquanto discurso é muito simples questionar, enquanto forma reinventem pois até hoje pelo que vejo ninguem reinventou nada no Brasil.</p>
<p>Cássio A. Monteiro</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Frank A. E. Svensson</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-170</link>
		<dc:creator><![CDATA[Frank A. E. Svensson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 11:05:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-170</guid>
		<description><![CDATA[Se o prédio baixo funcionar como museu vivo e ativo da história do Brasil a praça terá vida por força de sua função cultural.
Se no CCBB lá longe, e na &quot;praça da cultura da Caixa Economica&quot; funciona, muito mais na Praça da Soberania dando acesso à população da periferia através da estação rodoviária. A questão é muito mais de vontade política do que só de percepção e fruição espacial.
Frank Svensson
Prof. titular aposentado]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se o prédio baixo funcionar como museu vivo e ativo da história do Brasil a praça terá vida por força de sua função cultural.<br />
Se no CCBB lá longe, e na &#8220;praça da cultura da Caixa Economica&#8221; funciona, muito mais na Praça da Soberania dando acesso à população da periferia através da estação rodoviária. A questão é muito mais de vontade política do que só de percepção e fruição espacial.<br />
Frank Svensson<br />
Prof. titular aposentado</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Márcia</title>
		<link>http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/#comment-168</link>
		<dc:creator><![CDATA[Márcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 02:38:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mdc.arq.br/?p=1360#comment-168</guid>
		<description><![CDATA[Caros críticos à Praça da Soberania, achei interessante que o Correio Brasiliense esteja fazendo uma enquete sobre a construção de tal obra. Tomara que essa enquete resulte na não construção dessa praça. Quem quiser votar: http://adminf5.cbnews.correioweb.com.br/cbnews/modulos/enquete/portlets/enquete_mostrar?id_enquete=303&amp;opener=http://adminf5.cbnews.correioweb.com.br/cbnews/templates/noticia_listagem_sessao?day=26&amp;month=1&amp;year=2009&amp;id_sessao=18]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros críticos à Praça da Soberania, achei interessante que o Correio Brasiliense esteja fazendo uma enquete sobre a construção de tal obra. Tomara que essa enquete resulte na não construção dessa praça. Quem quiser votar: <a href="http://adminf5.cbnews.correioweb.com.br/cbnews/modulos/enquete/portlets/enquete_mostrar?id_enquete=303&#038;opener=http://adminf5.cbnews.correioweb.com.br/cbnews/templates/noticia_listagem_sessao?day=26&#038;month=1&#038;year=2009&#038;id_sessao=18" rel="nofollow">http://adminf5.cbnews.correioweb.com.br/cbnews/modulos/enquete/portlets/enquete_mostrar?id_enquete=303&#038;opener=http://adminf5.cbnews.correioweb.com.br/cbnews/templates/noticia_listagem_sessao?day=26&#038;month=1&#038;year=2009&#038;id_sessao=18</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
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